quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Possíveis Conexões II no MAC

Com um trabalho meu (Imagem), professores e alunos de artes visuais da UTP, Federal, FAP e EMBAP.






Com o objetivo de aproximar as Instituições de Ensino de Arte em Curitiba, professores, alunos e o Museu, o MAC-PR, Museu de Arte Contemporânea do Paraná, organiza a segunda edição do Possíveis Conexões, exposição que conta com a participação dos alunos da Escola de Música e Belas Artes (EMBAP), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Tuiuti (UTP) e Faculdade de Artes do Paraná (FAP). Cada instituição teve seu próprio processo de seleção de trabalhos para a exposição, tendo seus próprios critérios de escolha e de quantidade de propostas selecionadas.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Convite Anuário Embu das Artes – 27o. Salão de Artes Plásticas



O Anuário Embu das Artes – 27o. Salão de Artes Plásticas, abre hoje 10 de setembro. Três trabalhos meus estarão lá, na categoria novas linguagens - fotografia. Ao todo são 48 trabalhos de todo o Brasil, selecionados entre 500 artistas.

domingo, 29 de agosto de 2010

IMAGEMPENSAMENTO nas artes visuais




O Núcleo de Estudos da Fotografia de Curitiba promove a partir de setembro, através do edital REDE NACIONAL - FUNARTE - ARTES VISUAIS, o projeto “IMAGEMPENSAMENTO” nas artes visuais. O eixo do trabalho é a imagem como forma de pensamento na arte contemporânea e seu propósito é articular questões surgidas na experiência dos artistas visuais de Curitiba e questões apontadas por pensadores e artistas convidados de outros estados.

As atividades integradas que acontecerão no NEF, com inscrição gratuita:

Grupo de estudos – trabalhará a partir da bibliografia indicada pelos convidados a fim de elaborar uma reflexão prévia das questões que serão abordadas nas conversas.
Conversas – Espaço de troca de pensamento com artistas e pensadores de outros estados a partir do eixo do projeto.


CRONOGRAMA

GRUPO DE ESTUDOS

Chamada pública e aberta - Inscrição gratuita

Dias do Encontros:

Setembro, dias: 02, 09, 16, 23 e 28

Outubro, dias: 07, 14, 21 e 26

Novembro, dias: 04, 11, 18

Horário:

das 9:30s às 12:30hs

CONVERSAS

Dia 16/09, às 18:30hs Imagem e a Performance nas Artes Visuais Regina Melim/UDESC – SC

Dia 23/09, às 18:30hs A imagem no processo curatorial Tatiana C. Sulzbacher/UDESC – SC

Dia 14/10, às 18:30hs A imagem na arte e suas interlocuções com a filosofia e a literatura Antonio Carlos Santos/UNISUL – SC

Dia 23/10, às 10hs Imagem e alteridade no campo da arte Nohemí Ibañez Brown/EBP

Dia 27/10, às 18:30hs Imagem-acontecimento Rosângela Cherem/UDESC – SC

Dia 06/11, às 10:00hs Notas sobre o acervo “Carlos Ibarra” Felipe Prando/UDESC – SC

Dia 20/11, às 9:30hs Instabilidades e ambivalências na fotografia Anuschka Reichmann Lemos/USP – SP


Inscrições Gratuitas
pelo fone (41)3262-1362 ou email: nucleofoto@gmail.com
Local
NÚCLEO DE ESTUDOS DA FOTOGRAFIA
Rua Conselheiro Araújo, 315
Centro – Curitiba

Maiores informações:
nucleofotografia.wordpress.com

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Felipe Prando no MAC - USP, São Paulo

O MAC encontra os artistas no MAC-USP, São Paulo
Museu promove encontros semanais com artistas emergentes brasileiros, que falam ao público sobre suas produções

Sob nova direção e com a perspectiva de ocupar nova sede, o Museu de Arte Contemporânea da USP propõe, com a série de encontros O MAC ENCONTRA OS ARTISTAS, estabelecer novas relações entre o Museu e a arte emergente da cidade e do país, característica que por muitos anos marcou as atividades do MAC USP. Organizado em conjunto com o Grupo de Estudos em Crítica e Curadoria do Depto. de Artes Plásticas da ECA USP, a série pretende ser um espaço de apresentação e debate da nova produção artística brasileira e plataforma para uma ação efetiva do MAC USP junto à comunidade artística e ao grande público.

Auditório do MAC USP Cidade Universitária
Rua da Praça do Relógio 160
11-3091.3559 ou ceema@usp.br
Entrada Franca
Não é necessária inscrição prévia



Programação

Agosto, 17-19h

10 Sofia Borges

17 Marco Willians

24 Gilberto Mariotti

31 Guilherme Peters


Setembro, 17-19h

8 Felipe Prando

14 Deyson Gilbert

21 Marlon de Azambuja

28 Luciana Ohira/ Sergio Bonilha

Outubro, 17-19h

5 Fábio tremonte

19 Vitor Cesar


Novembro, 17-19h

16 Fernando Piola

23 Pino

domingo, 11 de julho de 2010

3ª rodada - Exposição integrante do projeto Arte Contemporânea Catarinense: um percurso.



abertura e conversa: dia 15 de julho, às 19hs, na Fundação Cultural Badesc

quinta-feira, 8 de julho de 2010

quarta-feira, 30 de junho de 2010

PALESTRA ABERTA: “A fotografia na prática artística contemporânea”

PALESTRA ABERTA: “A fotografia na prática artística contemporânea”
ministrante: Milla Jung
2 DE JULHO ÀS 15H 30MIN
LOCAL: Bloco de Artes Visuais do CEART - UDESC - Sala 20 [piso superior]


Passeando entre o campo da arte e o da não-arte, a fotografia é uma linguagem a que tudo pode servir, ou seja, ela é o que é feito dela. Se no campo da comunicação de massa, da publicidade e do editorial ela tende a se reduzir a um mero instrumento de consumo, só cabe ao campo da arte destramar este sentido e propor a possibilidade de novas configurações subjetivas e espaços-temporais. A partir da análise de práticas artísticas recentes que utilizam e pensam a fotografia, iremos abordar nesta apresentação como a noção de operação fotográfica é reconfigurada para alcançar outros conjuntos de possibilidades do pensamento imagético, seja ampliando o campo, expandindo seus mecanismos de visualização, reinventando seus modos de apreensão ou criando novos atravessamentos.


Milla Jung é mestre em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina, especialista em “Fotografia como Instrumento de Pesquisa em Ciências Sociais” pela Universidade Cândido Mendes, tem aperfeiçoamento em fotografia pelo International Center of Photography em NY e pela Escola para Assuntos Fotográficos de Praga, na República Checa. Participou de diversas exposições individuais em diversas capitais da América Latina, bem como na França, Ucrânia, Grécia, Dinamarca, República Checa e Irã. Em 2007, foi selecionada para a “Bolsa Produção 3 de Artes Visuais da Fundação Cultural de Curitiba”, em 2009, para o “63º Salão Paranaense do Museu de Arte Contemporânea do Paraná” e para a “5ª Bienal Vento Sul”. Desde 2002 coordena o Núcleo de Estudos da Fotografia em Curitiba. É professora de História e Crítica de Arte da Universidade Tuiuti do Paraná, no curso de Artes Visuais.


O que: PALESTRA ABERTA: “A fotografia na prática artística contemporânea”
Quando: 2 de julho de 2010
Horário: 15h 30min
Local: Bloco de Artes Visuais do CEART - UDESC - Sala 20 (piso superior)

Antecipação de Abertura Exposição LOJA Porto Alegre

sábado, 19 de junho de 2010

O universo fotográfico de Luana Navarro

É verdade que o NEF foi onde encontrei as pessoas mais importantes para mim, Luana é um desses achados!

matéria de Paula Melech para o Almanaque, do Estado do Paraná.


Se você um dia, andando pela rua, receber de algum desconhecido um pequeno envelope colorido e, ao abrir, descobrir poemas e frases publicitárias estampadas em papel adesivo, estará compartilhando de uma das ações do coletivo Mofo Zero.

O Recontextualizações afetivas é uma das micro-ações propostas pelos artistas Arthur do Carmo, Lidia Sanae Ueta e Luana Navarro. Chegamos à casa da Luana numa quarta-feira, uma das poucas manhãs livres da artista.

Enquanto elabora projetos para leis de incentivo - o que lhe ocupa boa parte do dia - ela organiza exposições individuais e ainda acumula dois cursos acadêmicos: especialização em história da arte e graduação em filosofia, isso depois de ter cursado jornalismo.

Procurando atuar ativamente no mundo, Luana busca sempre na imagem fotográfica o suporte para a sua obra. Ao mesmo tempo, é também um resgate da prática que a conduziu efetivamente para as artes visuais.

Na fotografia, Luana aponta a relação entre o corpo e a cidade como outro interesse recorrente, inscrito em trabalhos como Corpo urbano e Microrresistências.

A escolha de entrar para a trupe dos aspirantes a jornalistas ela não julga mais equivocada, ao contrário, consegue visualizar reflexos da experiência convergindo para um ponto comum tanto no seu trabalho individual quanto no coletivo. No Mofo Zero, o discurso da grande mídia é questionado e deslocado para outros suportes,que permitem uma re-significação dessas informações.

É o caso de Despublicidade, onde frases publicitárias são deslocadas para espaços públicos, e Transamazônica - Imaginários compartilhados, desenvolvido com incentivo da Funarte Artes Visuais 2009, que questiona o imaginário criado a partir das publicidades veiculadas pela revista Realidade, no início da década de 70, sobre a Rodovia Transamazônica.

Consciente de que produzir um trabalho artístico hoje não está mais ligado à inspiração ou técnica, Luana não está à procura de respostas, mas de propor questionamentos.

Paraná Online: Como foi a experiência com o projeto Imaginários compartilhados?

Apesar da prévia visualização dos eventos propostos na elaboração do projeto enviado a FUNARTE, eles foram criações no ato de realizá-los. Isso foi muito importante, pois envolveu uma abertura nossa à pesquisa, à produção e ao diálogo de mão dupla, ou de mão múltipla (como foi o caso da realização das oficinas e da ação de envio de postais onde 29 criadores, contando conosco, estavam em diálogo).

Este projeto, tanto para mim quanto para o Arthur não se encerrou no momento em que pegamos o caminho de volta para casa. Foram ao todo mais de 940 minutos de gravações audiovisuais, entre depoimentos, entrevistas, cenas, acontecimentos, participações nossas em eventos locais, nas quais ainda trabalhamos, além das quase 3.000 fotografias e registros em áudio.

Parte disto já está reunido em uma série de trabalhos que faz parte do DVD Imaginários compartilhados em fase de distribuição. No nosso blog (imaginarioscompartilhados.wordpress.com) também está todo o desenvolvimento do trabalho com vídeos, imagens e textos.

Paraná Online: Que lugar a fotografia ocupa em sua vida?

O lugar da inquietação. Eu comecei a fotografar na faculdade de jornalismo e logo nas primeiras aulas de fotografia me dei conta que era isso o que me interessava no curso e era isso o que eu queria fazer.

Claro que mais tarde percebi que o fotojornalismo não tinha nada a ver comigo, e que o que eu buscava era a fotografia enquanto prática artística. Aliás, os meus trabalhos todos partem da imagem fotográfica, mesmo quando os finalizo em outros suportes o meu primeiro experimento sempre é fotográfico.

Paraná Online: Como ter participado do curso no Núcleo de Estudos de Fotografia determinou o seu pensamento sobre arte hoje?

O Núcleo, que é coordenado pela Milla Jung, foi um ponto muito importante na minha formação, foi lá que comecei a pensar a imagem e não apenas produzir imagens.

Eu acho que acompanhei uma mudança muito importante no Nef, porque logo que eu comecei a participar dos cursos e a trabalhar lá a Milla tinha recentemente entrado no mestrado em Artes Visuais e ela começou a compartilhar suas novas referências o que para mim foi importante porque comecei a pensar outras possibilidades do trabalho artístico.

Me dei conta que podia por exemplo experimentar outros suportes, deixar para trás o campo da fotografia encerrada em si mesma e me relacionar com um campo mais aberto.

Paraná Online: Em torno de que questões se organiza o coletivo Mofo Zero?

Até agora os nossos trabalhos partiram principalmente de questões relacionadas ao mass-media. Não há uma pesquisa plástica no que produzimos, mas sim um interesse em gerar questões, acho que isso é o principal.

Acreditamos que as ferramentas de trabalho do artista se fazem necessárias a partir das problemáticas colocadas pelos trabalhos desenvolvidos e não o contrário.

Paraná Online: Como o estudo da filosofia está se relacionando com a sua atividade artística?

Estudando arte me dei conta de que frequentemente eu acabava caindo em referências que partiam da filosofia, e eu ficava muito angustiada por não ter uma base de leitura suficiente para entender determinados conceitos, que claro estavam teoricamente no campo filosófico e não artístico, foi aí que resolvi prestar o vestibular da UFPR.

A filosofia é muito instigante assim como a arte. Não tenho pretensões de trabalhar diretamente no campo filosófico, meu interesse é continuar pensando arte.

Paraná Online: Quais as suas principais referências?

Acho que na realidade as pessoas que estão por perto são as referencias mais importantes, por isso creio que a Milla Jung, o Felipe Prando e a Anuschka Lemos, que juntos formaram o grupo de trabalho Escapatórias, sem dúvida nenhuma são uma referência para mim.

Agora dos artistas consagrados, o Bas Jan Ader e o Felix Gonzáles-Torres me tocam muito, me emocionam. E recentemente a artista guatemalteca Regina José Galindo me despertou especial interesse com suas performances e ações.

Conheça mais sobre o trabalho de Luana Navarro:

www.luananavarro.com
www.imaginarioscompartilhados.wordpress.com
www.mofozero.wordpress.com

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Angelo Silva, seu belo livro e caderno listrado do Daniel


O que mais vale a pena é ver trabalhos que de alguma forma eu tenha visto acontecer por aí no mundo. Hoje o Angelo Silva (fotógrafo), junto com o Daniel (caderno listrado), lançam o belíssimo livro de artista (de fotografias tb!!!) na Itiban. É uma edição limitada feita com as fotos e textos do Angelo, e com o acabamento do Daniel. Sem palavras para dizer o resto, só vendo mesmo o resultado.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Família NEF

Hoje vários reapareceram, fico tão feliz, aqui vão minhas saudades de vcs, Cidades, Escapatórias, Juan, e todos todos que construiram este organismo NEF neste movimento espalhado pelo mundo.









Cacá adivinha pensamentos lá da ilha

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Floripa na foto

Menos mal que as coisas ruins possam vir acompanhadas de coisas boas. O que significa dizer que não poderei ao Festival de fotografia em Floripa dar o wks sobre fotografia autoral, mas a artista Lela Matorano irá assumir em meu lugar e seu trabalho é muito bom.

http://www.floripanafoto.com/

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Deserto em Florianópolis

informativo 013/10 23 de abril de 2010


Deserto de Real
Exposição de Milla Jung



Milla Jung, Projeto para constituição de imagem II,

instalação de mesa de luz com sementes de palmeira imperial, 50 x 50 cm, 2008 (detalhe).


28 de abril de 2010 18h - Encontro com a artista Milla Jung

19h Abertura da exposição

Visitação: 28 de abril à 17 de junho de 2010

No próximo dia 28 de abril, às 19 horas, o Museu Victor Meirelles promove a abertura da primeira exposição selecionada por meio do Edital de Exposições Temporárias 2010, com a individual da artista Milla Jung. A mostra, que tem como título Deserto de Real, apresenta uma série de fotografias, em diversos suportes, que remetem à natureza, a partir de referências artificiais, deslocando objetos banais de seus sentidos comuns. A exposição, que possui texto de Fernando Lindote, busca refletir sobre a dimensão da fotografia dentro da sociedade contemporânea. Segundo a artista, “a condição é pensar a fotografia como uma trama do irrealizável, capaz de engendrar um mecanismo que nos mantêm reféns do desejo de desejar”. Esta e outras questões poderão ser discutidas com a própria Milla Jung, no já tradicional Encontro com a Artista, evento que o Museu Victor Meirelles promove sempre uma hora antes das aberturas de exposições. Na ocasião, Jung conversará com a platéia sobre sua obra e sua trajetória.

Projeto Diálogo com a Desterro

Nesta mesma data o Museu Victor Meirelles realiza ainda a 15ª edição do projeto “Diálogos com a Desterro”. A convidada desta edição é a artista Raquel Stolf, que apresenta a proposta Escuta do Desterro [18-02-2010 + 18-10-2009], composta por um desenho e um áudio, com pouco menos de três minutos de duração. Segundo Stolf, trata-se de uma “proposição sonora que faz parte do projeto Escuta do Desterro, desenvolvido desde 2009, que consiste em colecionar e mixar fragmentos de paisagens sonoras de Florianópolis, construindo outras proposições, outras paisagens acústicas a partir do processo de edição das gravações de campo". A proposta do projeto Diálogos com a Desterro é estabelecer um contato entre a pintura de Victor Meirelles “Vista do Desterro, atual Florianópolis” (1851), e obras de outros artistas. A cada nova edição, uma obra diferente é apresentada na exposição de longa duração "Construção" junto da obra de Victor Meirelles, evocando duas representações da paisagem da cidade de Florianópolis. Esta aproximação permite ao visitante exercitar o pensamento histórico, contrapondo visões particulares da paisagem urbana e também reflexões sobre a história da arte e da cultura.

Sobre as artistas:

Milla Jung é mestre em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina, especialista em “Fotografia como Instrumento de Pesquisa em Ciências Sociais” pela Universidade Cândido Mendes, tem aperfeiçoamento em fotografia pelo International Center of Photographyem Nova Iorque e pela Escola para Assuntos Fotográficos de Praga, na República Checa. Participou de exposições individuais em diversas capitais da América Latina, bem como na França, Ucrânia, Grécia, Dinamarca, República Checa e Irã. Em 2007, foi selecionada para a “Bolsa Produção 3 de Artes Visuais da Fundação Cultural de Curitiba”, em 2009, para o “63º Salão Paranaense do Museu de Arte Contemporânea do Paraná” e para a “5ª Bienal Vento Sul”. Desde 2002 coordena o Núcleo de Estudos da Fotografia em Curitiba. É professora de História e Crítica de Arte da Universidade Tuiuti do Paraná, no curso de Artes Visuais.

Raquel Stolf é graduada em Licenciatura em Artes Plásticas (1994-1999) pela Universidade do Estado de Santa Catarina onde é professora no curso de graduação em Artes Visuais, desde 2002. Mestre em Artes Visuais (2000-2002) pela UFRGS, em Porto Alegre, onde cursa Doutorado em Artes Visuais desde 2007. Participa de exposições desde os anos 1990.e realizou exposições individuais como "Barulho, ruído, rumor" (2009) e "Projeto secreto ] estadias instáveis" (2005) na Fundação Cultural de Criciúma, "FORA [DO AR]" (MASC, Florianópolis, 2004), "Espaços em branco" (Museu Victor Meirelles, Florianópolis, 2002) e "Ruídos do branco" (Torreão, Porto Alegre, 2002). Coordenou e propôs a publicação "Sofá" e o Projeto "Membrana" na UDESC, entre 2002 e 2006. Publicou os CDs de áudio "FORA [DO AR]" (2004) e "Lista de coisas brancas – coisas que podem ser, que parecem ou que eram brancas" (2001).

O quê:

Exposição "Deserto de Real", de Milla Jung e Projeto Diálogos com a Desterro, com Raquel StolfOnde:Salas de exposições do Museu Victor Meirelles.

Quando: 28 de abril de 2010, 18h (Encontro com a artista) e 19h (abertura da exposição). Quanto: Gratuita.Caso não queira receber mais o informativo do museu, favor responder com assunto REMOVER.


Mais informações: Museu Victor MeirellesRua Victor Meirelles, 59 - Centro - Florianópolis (48) 3222 0692 museu.victor.meirelles@iphan.gov.br www.museuvictormeirelles.org.br

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Conversations in Vermont







1969, b/w, 26 min.16mm
Robert Frank, Director, Producer, Writer, Sound, Editor;
Ralph Gibson, Photography;
with Robert Frank, Pablo Frank, Andrea Frank, Mary Frank.

Ele diz a Pablo, este filme é sobre outros modos de fazer...

Conversations in Vermont is about Robert Frank's relationship with his children Pablo and Andrea. Photographed by Ralph Gibson, it is his first overtly autobiographical film. He follows his children to school in Vermont and interviews them about their feelings, their upbringing and what it was like to grow up in a bohemian world with artists as parents. In searching for answers about his children's lives, Frank is questioning his own world.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Revista Crítica Cultural - Dossiê Simpósio de Fotografia e Cultura Visual – Arquivo e Imagem

http://www3.unisul.br/paginas/ensino/pos/linguagem/critica/0402/00.htm

Edição Especial

Dossiê Simpósio de Fotografia e Cultura Visual – Arquivo e Imagem

8. ¿Verdad o belleza? Pintura, fotografía, memoria, historia

Truth or beauty? Painting, photography, memory, history

Laura Malosetti Costa (UNSAM-CONICET)

9. A repetição diferente: Aspectos da arte no Brasil, entre os séculos XX e XIX

Different repetition: Aspects of art in Brazil of the XXth and XIXth centuries

Tadeu Chiarelli (USP)

10. Diante da perda do arquivo: reinvenções e narrativas da memória

Facing the loss of archive

Maria Ivone dos Santos (UFRGS)

11. Mal de Arquivo: a dinâmica do arquivo na Arte Contemporânea

Archive fever: the archive dynamics in contemporary art

Silvana Macêdo (UDESC)

12. No Campo das semelhanças deslocadas e das proximidades empáticas

In the field of dislocated similarities and empathic proximities

Rosângela Cherem (UDESC)

13. Como a fotografia contemporânea pensa a memória?

How does contemporary photography think memory?

Ana Emília Jung (Universidade Tuiuti)

14. Instantâneos móveis

Mobile stills

Luiz Felipe Soares (UFSC)

15. Poesia modernista. Gestos de ar e de pedra

Modernist poetry. Gestures of air and of stone

Susana Scramim (UFSC-CNPq)

16. Joaquim Cardozo e Pancetti, àguas sem dono

Joaquim Cardozo and Pancetti, waters without owner

Manoel Ricardo de Lima (CNPq-UFSC)

17. Belmiro de Almeida e o realismo: da glosa ao encanto da proximidade

Belmiro de Almeida and realism. From the gloss to the enchantment of proximity

Antonio Carlos Santos (UNISUL)

18. A fotografia como poesia e a poesia como fotografia. Sobre Arthur Omar e Arturo Carrera

Photography as poetry and poetry as photography. On Arthur Omar and Arturo Carrera

Jorge Wolff (UNISUL)


19. A memória dos gestos na poesia simbolista de Dario Vellozo

The Memory of Gestures in the Symbolist Poetry of Dario Velozzo

Caio Ricardo Bona Moreira (UFSC)

20. Espantalho ou a linguagem vertical

Scarecrow or the vertical language

Cristiano Moreira (UFSC)

21. Refabular a história a partir de restos

Re-fable history from ruins

Alexandra Espíndola (UNISUL)

22. A fotografia e o livro como lugares para a ação: projeto espaços

Photography and book as places for action: spaces project

Márcia Regina Pereira de Sousa (UDESC)

23. Recordatórios: Notas sobre memória e fotografia

Reminders – notes on memory and photography

Daniela Martorano Vieira (Universidad de Granada)

24. Um território improvável para um improvável grupo – Ações em torno de um espaço

An improbable territory for an improbable group. Actions around a space

Juliana Crispe (UDESC)

25. Cartografia do meio

Cartography of the middle

Cláudia Zimmer (UDESC)

quinta-feira, 11 de março de 2010

domingo, 28 de fevereiro de 2010

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

domingo, 31 de janeiro de 2010

Transamazônica - Imaginários Compartilhados


O Núcleo de Estudos da Fotografia convida para a mostra de processo do projeto: Transamazônica - Imaginários Compartilhados, desenvolvido por Luana Navarro e Arthur do Carmo.






A mostra acontece no próximo dia 02 de fevereiro, terça-feira à 19h no Núcleo de Estudos da Fotografia. Além da mostra de alguns vídeos e imagens também haverá um bate-papo com os artistas a partir das 19:30.
O projeto Transamazônica - Imaginários Compartilhados foi contemplado pelo programa Rede Nacional FUNARTE Artes Visuais 2009.
Local: Núcleo de Estudos da Fotografia (Rua Conselheiro Araújo,315 Curitiba/PR)
dia 02 de fevereiro a partir das 19hentrada gratuita


Mais informações sobre o projeto:http://www.imaginarioscompartilhados.wordpress.com/