domingo, 13 de dezembro de 2009

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

terça-feira, 10 de novembro de 2009

ARTE, TECNOLOGIA E SOCIEDADE - Simpósio UTFPR


III Simpósio Nacional de Tecnologia e Sociedade: desafios para a transformação social.

O Programa de Pós-Graduação em Tecnologia – PPGTE – da Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR – convida pesquisadores(as), estudantes, representantes das comunidades científicas e demais interessados(as) para o III Simpósio Nacional de Tecnologia e Sociedade a realizar-se na cidade de Curitiba, Paraná, de 10 a 13 de novembro de 2009. O objetivo do evento é ampliar os debates multidisciplinares sobre as relações entre ciência, tecnologia e sociedade. As edições de 2005 e 2007, também realizadas em Curitiba, revelaram a necessidade de dar continuidade ao debate sobre a temática, reafirmar a compreensão da tecnologia nos seus múltiplos aspectos – políticos, sociais, culturais e econômicos – e buscar abordagens teóricas e práticas que permitam a apreensão dos conhecimentos científicos e tecnológicos na dinâmica das interações sociais e nos valores culturais.Os avanços científicos e tecnológicos e os processos de globalização têm provocado mudanças nos processos produtivos, de comunicação, educacionais, sistemas de ensino e aprendizagem, nas formas de consumo e afetado o meio ambiente com inúmeras implicações sociais. Nesse sentido, é de grande relevância um amplo debate sobre as transformações da sociedade, considerando as assimetrias de poder e as contradições sociais, buscando o respeito à diversidade cultural e ao meio ambiente e contribuindo para a construção de relações humanas justas e igualitárias. A transformação social é o grande desafio a ser enfrentado e constitui o tema deste Simpósio.A interdisciplinaridade é considerada estratégia fundamental para a formação cidadã e a compreensão e mudança da realidade. É na intersecção dos vários campos do saber, na pluralidade dos olhares sobre a ciência e tecnologia e no reconhecimento do valor da igualdade e da justiça que se pretende discutir as bases para a transformação social, o exercício da cidadania, a construção do conhecimento, os processos de inclusão social, as políticas públicas e o desenvolvimento social, humano, político e econômico.
Estrutura do Simpósio: conferências, mesas temáticas, minicursos e grupos temáticos.
Local do Evento:Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR (Campus Curitiba) Mais informações:E-mail:
tecsoc-ct@utfpr.edu.br
**Estarei na mesa ARTE, TECNOLOGIA E SOCIEDADE

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Salão Paranaense 2009 - MAC Pr

Com alegria convido para a abertura do 63º SALÃO PARANAENSE 2009

Quinta, dia 29/10, às 19hs

Museu de Arte Contemporânea do Paraná

Rua Des. Westphalen, 16

Curitiba/PR




Comissão de seleção: Fabrizio Vaz Nunes, Marcos César de Senna Hill, Marilia Panitz Silveira, Paulo Sérgio de Castro Pinto Duarte, Stephanie Dahn Batista

Artistas Selecionados
Alice Shintani (São Paulo - SP)Amalia Giacomini (Rio de Janeiro - RJ)André Hauck (Belo Horizonte - MG)Andrei Thomaz (São Paulo - SP)Angella Conte (São Paulo- SP)Beanka Mariz (Rio de Janeiro - RJ)C.L.Salvaro (Curitiba - PR)Carla Vendrami (Curitiba - PR) In MemoriamCharly Techio (Curitiba - PR)Cristiano Lenhardt (Recife - PE)Dach - Daniel Araújo Chaves (Curitiba - PR)Elder Rocha (Brasília - DF)Estevão Machado (Belo Horizonte - MG)Fábio Magalhães (Salvador - BA)Grupo Poro (Belo Horizonte - MG)Laerte Ramos (São Paulo - SP)Leonardo Tepedino (Rio de Janeiro - RJ)Loise Rofrigues (Brasília - DF)Marcelo Silveira (Recife - PE)Marcus André (Rio de Janeiro - RJ)Maria Lynch (Rio de Janeiro - RJ)Milena Travassos (Fortaleza - CE)Milla Jung (Curitiba - PR)Patricia Osses (São Paulo - SP)Paulo Almeida (São Paulo - SP)Paulo Vivacqua (Rio de Janeiro - RJ)Washington Silveira (Curitiba - PR)

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

II Simpósio de Fotografia e Cultura Visual: Arquivo e Imagem







II Simpósio de Fotografia e Cultura Visual: Arquivo e Imagem
Auditório da Unisul Padre Roma – Florianópolis, Centro
Unisul/Udesc, outubro 2009


Programação



Dia 22 de outubro, Quinta-feira

10h: Mesa 1 – Antonio Elíbio (UNISUL), Manoel Ricardo de Lima (UFSC), Rosângela Cherem (UDESC)

14h: Conferência Dr. Tadeu Chiarelli – “A imagem da família imperial e o imaginário modernista brasileiro”

16h30: Mesa 2 – Susana Scramim (UFSC), Luiz Felipe Soares (UFSC), Antonio Carlos Santos (UNISUL)

18h15: Mesa 3 – Mestrandos, mestres e doutorandos: Alexandra Espíndola (UNISUL), Caio Ricardo Bona Moreira (UFSC), Milla Jung (UDESC), Cláudia Zimmer (UDESC)



Dia 23 de outubro, Sexta-feira

10h: Mesa 4 – Cláudia Mesquita (UFSC), Ramayana Lira (UNISUL), Jorge Wolff (UNISUL)

14h: Conferência Dra. Laura Malosetti Costa – “Fotografia e pintura na construção da imagem dos heróis nacionais”

16h30: Mesa 5 – Maria Ivone dos Santos (UFRGS), Marina Moros (UFSC), Silvana Macedo (UDESC), Nestor Habkost (UFSC)

18h15: Mesa 6 – Mestrandos, mestres e doutorandos: Márcia Sousa (UDESC), Juliana Crispe (UDESC), Lela Martorano (Universidad de Granada, España), Cristiano Moreira (UFSC)


20h: Encerramento com coquetel e lançamento dos livros Impresiones porteñas, org. Laura Malosetti Costa e Marcela Gené, e Telquelismos latinoamericanos, Jorge Wolff

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Convite para apresentação de minha dissertação em Curitba

O grupo de pesquisas "Usos e interfaces da imagem nas mídias" convida todos os interessados a participar de sua reunião na próxima terça-feira, dia 06 de outubro, para assistir à apresentação da fotógrafa Milla Jung, resultado de sua dissertação de mestrado defendida em SC, sobre o tema:
ROBERT FRANK E A OPERAÇÃO DE MONTAGEM NO CAMPO DO OLHAR

O Grupo de Pesquisas "Usos e interfaces da imagem nas mídias" é interinstitucional (UTP, UP, PUCPR, UFPR, Faculdades Curitiba, além de reunir colegas de outras IEs do interior do Estado do PR e de SC), tendo realizado suas atividades em "campi" diferentes.
Desta vez, o encontro será no seguinte local:

LOCAL: UNIVERSIDADE POSITIVO
SALA 217, 2º ANDAR, BLOCO AZUL
DAS 14 ÀS 16H.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

terça-feira, 22 de setembro de 2009

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Vermelho em 07 de setembro...

www.vermelho2009.wordpress.com

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

sábado, 22 de agosto de 2009

Ação Bate-Papo VERMELHO: Sessão Tupamaros

Vermelho [ação/intervenção]

www.vermelho2009.wordpress.com


Ação Bate-papo

22/08, sábado, 16hs - Sessão de filmes - "TUPAMAROS"
Local: Núcleo de Estudos da Fotografia - Rua Conselheiro Araújo, 315 - fone:3262-1362



Por que Tupamaros?

Dada - Situacionismo - Tupamaros - Conceitualismo.
No ano de 1970 Luis Camnitzer escreveu esta espécie de genealogia da história da arte, todavia após alguns anos descartou a tentativa de construir uma história da arte por parecer totalizante e redutora. O que permaneceu foi a idéia de que as operações dos Tupamaros eram uma forma válida de arte.
Os Tupamaros (Movimento de Libertação Nacional - Tupamaros) surgiram no Uruguai em meados dos anos 60. As ações realizadas pelos Tupamaros não tinham a estética como preocupação central, e sim a necessidade de comunicar idéias diretamente ao público. Num período em que o Uruguai vivia uma suposta normalidade e formalmente (legal) uma democracia, as ações buscavam desfazer este mito. Apontavam para a construção de uma sociedade aristocrática-autoritária através de um governo que alguns anos mais tarde assumiu-se como mais uma das ditaduras militares latino-americanas.
A "desmaterialização da arte" pensada por Lucy Lippard e John Chandler, entre os anos 60-70, é ,no caso americano e anglo-saxão, uma desmaterialização do objeto enfatizada pela enfaze não-visual dos trabalhos. Em 1967, ano da publicação do artigo "a desmaterialização da arte", Lippard e Chandler diziam que o objeto tornava-se obsoleto e que "qualquer dia, num futuro próximo, será necessário o escritor ser um artista, assim como, um artista ser um escritor".
Para Camntizer a desmaterialização de trabalhos latino-americanos pode ser pensada pela contextualização, ou quem sabe através da politização daquele conceito, em respeito às referências ideológicas que surgem no enfrentamento de problemas sociais.
"Se existe uma linha que separa a arte da política, há dois eventos na América Latina que tocam esta linha [...]. Os Tupamaros exemplificam a política aproximando-se o máximo possível da fronteira artística" (Luis Camnitzer, em Didactica de la liberación: arte conceptualista latinoamericana, p. 65)
Felipe Prando e Milla JungCuritiba, 21 de agosto de 2009.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Convite Defesa

Universidade do Estado de Santa Catarina
Centro de Artes
Programa de pós-graduação em Artes Visuais



Convite para defesa de dissertação de Ana Emília Jung


ROBERT FRANK
E A OPERAÇÃO DE MONTAGEM NO CAMPO DO OLHAR




Orientador: Profa. Dra. Rosângela Miranda Cherem
Comissão examinadora: Dr. Antonio Carlos Santos/UNISUL
Dra. Sandra Makowiecky/UDESC


Data: Sexta-feira, 14 de agosto de 2009, 10 h.
Local: Auditório do Ceart/ Avenida Madre Benvenuta, 2007




RESUMO

Na série Polaroids, o fotógrafo Robert Frank cria situações encenadas e manipula a superfície bidimensional em condição de pós-produção, construindo imagens com fronteiras imprecisas onde se destacam vazios, palavras, gestos pictóricos, apropriações e encenações. Emergindo por recursos de montagem, tais procedimentos colocam em questão certas referências intrínsecas ao campo da fotografia e da imagem permitindo reconhecer um território onde tanto a fatura como as noções operatórias que se afirmam como fundamento poético se implicam e se rebatem, interrogam e perturbam em relação ao campo do olhar. Na interlocução da história e teoria da arte com a psicanálise e a filosofia, encontramos a possibilidade de problematizar os procedimentos deste trabalho a fim de elaborar as questões que dele ressoam sem, entretanto, reduzir seus termos. No primeiro capítulo, investigamos o potencial de linguagem do estrangeiro como uma condição da imagem, que se identifica, tanto no campo fotográfico como imagético, como anulador de fronteiras e instaurador de novos parâmetros propositivos. A inquietante estranheza freudiana articulada com as infinitas possibilidades da linguagem artística abre campo para pensar a série Polaroids como imagem-acontecimento. No segundo capítulo, analisamos a relação entre o visível e o dizível a partir dos aspectos renitentes da operação de montagem ao longo da série, entre os quais, a lógica figural nos sonhos e na retícula, a relação entre imagem e palavra, a repetição como diferença e o gesto que re-significa o instante de ver. No terceiro capítulo, analisamos o rebatimento destes procedimentos plásticos no campo do visual. Do processo de instauração da visualidade do objeto artístico, alcançamos a noção de irrepresentável como encontro com o Real, e concluímos com a estrutura do campo escópico formulada por Jacques Lacan, e cuja orientação na teoria da arte é desenvolvida por Georges Didi-Huberman, onde o olhar cumpre a função de causar o sujeito em seu desejo.

PALAVRAS-CHAVE: Robert Frank, fotografia, operação de montagem, campo do olhar.






terça-feira, 28 de julho de 2009

Núcleo de Estudos da Fotografia

Caros colegas,

O Núcleo de Estudos da Fotografia abre novas vagas para os cursos do segundo semestre/2009. Além do curso de Fotografia Documental que está revitalizado, estamos oferecendo novas propostas atendendo a demanda das pessoas que têm freqüentado este espaço. Entendendo que nosso viés de trabalho é puramente voltado a fotografia e a imagem como prática artística, ampliamos nossa interlocução com as artes visuais, assim que os encontros de trabalho estão concebidos a partir de diferentes estruturas e novas abordagens. Esperamos assim que todos nós possamos dar um pulo bem grande nos meses que nos aguarda de 2009.

Documentarismo Contemporâneo
Quartas à noite, das 19 às 22hs. início 19 de agosto. duração 4 meses

A proposta do curso é pensar a prática da fotografia documental como uma prática artística que pensa e cria seus modos de pensar o mundo contemporâneo. Conhecer o documentarismo contemporâneo através da relação com a Arte Conceitual, Arte Pop, e projetos que trabalham com fotografia direta, encenação, fragmentação de narrativas, manipulação e apropriação de imagens.O Curso terá as seguintes etapas:

  • Análise de trabalhos artísticos fotográficos (Robert Smithson, Dan Graham, Hilla e Bernd Becher, Alexander Apostol, Cindy Sherman, Rosangela Rennó, Jeff Wall, Allan Sekula, Rochelli Costi e outros)
  • Leitura de textos críticos e teóricos
  • Acompanhar o desenvolvimento de trabalhos pessoais
Processos Artísticos e Imagem, com Milla Jung
Segunda à noite, das 19 às 22hs. Início 17 de agosto de 2009. duração: 4 meses

Através da investigação dos procedimentos de diferentes artistas, este curso pretende clarear os debates e paradigmas referentes ao campo da imagem. O pensamento fotográfico e imagético engendra concepções de linguagem que estão sempre se debatendo com seus limites e ampliando-se, entender estes termos é o papel daquele que pretende dialogar com este universo. Através de leituras de textos e debates, críticas de trabalhos artísticos e desenvolvimento de trabalho(s) pessoal ao longo dos 4 meses, os alunos serão instrumentalizados para o aprofundamento das questões.

Fotografia Documental, com Milla Jung
Quintas, das 19 às 22hs. Início 20 de agosto. duração 4 meses.

*Curso indicado para pessoas que estão entrando no NEF, sendo iniciantes ou não-iniciantes na fotografia.
Tomamos a fotografia documental como uma forma de narrativa visual contextualizada, ou seja, um modo de contar uma história sobre um outro através da fotografia. Este curso pretende localizar o aluno no campo da fotografia, tanto na teoria quanto na prática e é realizado a partir de 03 eixos:

  • Traçando um panorama histórico-conceitual da fotografia documental, aproximando as semelhanças e enfatizando as diferentes formas desta expressão no mundo.
  • Passando por todo o processo do desenvolvimento de um trabalho, desde a primeira idéia até a constituição de um portfólio fechado. (Algumas das questões pertinentes a este eixo são: método de trabalho, linguagem, estética, questão pessoal e tema, narrativa e edição, estratégias de apresentação, exposição, livro e web, finalização, montagem, etc...)
  • Desenvolvimento de um ensaio pessoal. No último dia os alunos serão convidados a mostrar seus portfólios para outros fotógrafos.

Grupo de Estudos Imagem e Fotografia, coordenação Luana Navarro
terças, das 19 às 22hs. Em andamento. Mais informações: www.imagemefotografia.blogspot.com

Treinamento Técnico, com João Castelo Branco
4 sábados das 10 às 13 hs. Setembro de 2009



Núcleo de Estudos da Fotografia
Rua Conselheiro Araújo, 315Curitiba/PR

segunda-feira, 13 de julho de 2009

terça-feira, 23 de junho de 2009

Bem-vindo Luca

Luca nasceu! (meu sobrinho)

E isto é o que importa.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Memória Construída da Patrícia Lion


Abre a exposição Memória Construída da Patrícia Lion nas escadarias do SESC da Esquina,


às 19:00 horas

10 de Junho


ps: mesmo não tendo visto a expo ainda, tive a honra de acompanhar o processo de trabalho, e vale muita a pena, é bonito demais e também interessante.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Gesto no mundo...


Mesmo tendo uma dissertação muito atrasada para escrever, não posso deixar de tecer meus elogios sobre a expo da Lidia. Há anos acompanho seu trabalho e a cada ano as exposições vão ficando mais densas e subversivas. Por trás das fotos de uma beleza sem igual, o vazio do homem, a solidão, a morte... Como um frio de inverno que compete com a luz do sol, a Lidia cria uma zona de ambivalência onde nos retém como espectadores e implicados. Um trabalho que tem uma verdade que não estamos acostumados, uma nudez que expõe o íntimo em pleno ruído e movimento de mundo. Mas a expo que a Lidia abriu hoje, no Babilônia, é outra coisa. Uma provocação corajosa exigindo um espectador à altura, um espaço muito nada a ver transformado em tudo a ver, um deslocamento de situação que força à colonização ao próprio colonizador. Parabéns Lidia San, fiquei orgulhosa de ser tua amiga e companheira de trabalho.


Exposição fotográfica de Lídia Sanae Ueta

Abertura: 19/05 às 19 horas (terça-feira)

Local: Babilônia Gastronomia e Cia

Alameda Dom Pedro II, 541

Batel

Curitba/Pr

Exposição fotográfica de Lídia Sanae Ueta, com a utilização de outros suportes de comunicação, inseridos no espaço, que possibilitam uma participação mais ativa do público. O trabalho consiste em uma provocação a partir de uma questão política, mas que pode se estender para outros âmbitos, principalmente o das imagens.


Vive-se em uma sociedade mediada por imagens onde as relações sociais são fortemente ditadas pelo que é veiculado e difundido por diversos meios. Cabe-nos estarmos atentos a essa estetização do mundo e da vida.

domingo, 26 de abril de 2009

lançamento do catálogo BOLSA FCC ARTES VISUAIS 3

C O N V I T E

lançamento do catálogo
BOLSA PRODUÇÃO PARA ARTES VISUAIS 3

28 de abril de 2009 terça-feira 19h
loja da gravura museu da gravura cidade de curitiba,
solar do barão


na ocasião, também será possível adquirir catálogos das duas edições anteriores do edital BOLSA PRODUÇÃO PARA ARTES VISUAIS, bem como outras publicações.

terça-feira, 14 de abril de 2009

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Mesas da BOLSA PRODUÇÃO PARA ARTES VISUAIS 3

CONVITE BOLSA PRODUÇÃO PARA ARTES VISUAIS 3

Mesa redonda, lançamento de catálogo, conversas entre público e artistas Museu da Gravura Cidade de Curitiba Sala Scabi, 2º andar, bloco central
Rua Carlos Cavalcanti 533

14 de abril 19h
Lançamento do catálogo Bolsa Produção para Artes Visuais 3 + 19:30h - Mesa redonda – Mário Ramiro (artista e curador), Daria Jaremtchuk (historiadora de arte e curadora), Goto (artista e curador), Ana González (artista e coordenadora do programa do edital Bolsa Produção para Artes Visuais) e Elvo Benito Damo (artista e instrutor do atelier de Escultura do Centro de Criatividade de Curitiba), membros da Comissão de Seleção de projetos do edital.

15 de abril às 19h
Artistas encontram o público 1 – Marcelo Scalzo, Gláucia Flügel, Juliana Burigo, Ana Godoy, Glauco Salamunec.

16 de abril às 19h
Artistas encontram o público 2 – Claudia Washington, Orquestra Organismo (Lúcio de Araújo, Simone Bittencourt e Guilherme Soares), Milla Jung, Couve-Flor Mini Comunidade Artística Mundial (Elisabete Finger, Neto Machado e Ricardo Marinelli), Fábio Noronha, Marga Puntel, Lílian Gassen.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

conversas, interlocuções e referências

DESERTO DE REAL, de Milla Jung


Dia 4/04, sábado, às 14hs, estarei fazendo um bate-papo na exposição Deserto de Real, que desenvolvi através da Bolsa Produção ArtesVisuais da Fundação Cultural de Curitiba. A idéia é trocar algumas idéias, compartilhar algumas referências do meu processo de trabalho antes da mesa-redonda que acontecerá oficialmente dia 15/04.



Se quiserem comparecer será um prazer...



Solar do Barão: Museu da Fotografiasábado, 4/4, às 14hs

terça-feira, 24 de março de 2009

Praça: [a cidade entre parênteses] de Mariana Sanchez no Sesc



A Mari passou pelo Núcleo, depois partiu para a América Latina sem data para voltar, agora mais do que nunca está por aí no mundo, suas imagens (nesta exposição) e sua voz (programa Orelha do livro, na Lumen FM, http://www.orelhadolivro.com.br/). A gente vê e escuta Mari Sanchez por todos os lados, que ótimo!


A praça...

São as mesmas calçadas, o mesmo caminho de sempre. Imagens que eu vejo todo dia; dia após dia. Mas há alguma coisa com o ar, ele está mais puro. Como se tivesse acabado de chover e o mundo despertasse novamente. Eu já vi esse meu rosto milhares de vezes, cada manhã da minha vida. E tenho certeza de que estes olhos não eram tão claros, nem sequer brilhavam. Alguma coisa mudou. É como se o mundo tivesse sido criado de novo.

(palavras e fotos de Mari)



O Sesc da Esquina apresenta a exposição Praça: [a cidade entre parênteses], com imagens realizadas pela jornalista Mariana Sanchez durante os 3 anos em que fotografou a praça Tiradentes, no Centro de Curitiba. São dez imagens em preto-e-branco produzidas entre 2003 e 2005, registrando o cotidiano da praça mais antiga da cidade. O trabalho de Mariana já foi exibido em 2007 em formato audiovisual, na Mostra Caixola, tendo recebido menção honrosa.

A exposição fica em cartaz de 10 de março a 3 de maio no Photo Espaço, 4º andar, e a visitação é gratuita.


Para ver a montagem audiofotográfica, acesse:http://www.youtube.com/watchv=1dm2hVtpTd4

quinta-feira, 19 de março de 2009

Pós em Poéticas Visuais em Fotografia em Curitiba


Caros colegas,
A boa notícia é que a Anuschka Lemos está coordenando uma nova pós-graduação em fotografia na Unicuritiba. Para quem não sabe, elacoordenou 2 turmas de especialização em fotografia alguns anos atrás efoi uma transformação radical neste campo em Curitiba. Agora a novaversão da pós, Poéticas Visuais em Fotografia, volta de maneira maissofisticada e com um corpo docente incrível. Sim, é verdade que eu soususpeita para falar porque estou lá também e desejo que seja umsucesso.Aos interessados corram porque são só 20 vagas!

domingo, 15 de março de 2009

Suely Rolnik sobre Sílvia Lane

...mas eu sempre respeitei muito na Sílvia essa generosidade de se abrir para alguém que você sequer conhece, só por sentir que o que este alguém traz poderá contribuir para a coletividade na qual você está agindo, sem medo de rivalidade, ou medo de encrenca ou medo de sei lá o quê... Ela não tinha nem uma gota desse tipo de egoísmo narcísico, mas sim uma espécie de relação de amor pelo que fazia e pela coletividade onde estava agindo, que seria a coletividade dos psicólogos, para a qual você considera que certas idéias, e principalmente posturas, devem ser transmitidas. Então você passa por cima até do medo de rivalidade, quando você tem a impressão que este alguém vai trazer algo que precisa ser trazido. Ora, este tipo de gente com este tipo de valor é muito raro hoje em dia cada vez mais raro...

terça-feira, 10 de março de 2009

Aqui estou, muito orgulhosa da ocasião, junto aos amigos porteños.

CORTE SUPREMA DE JUSTICIA DE LA NACIÓN
Derechos Humanos de las Mujeres en el Palacio de Justicia

INVITACIÓN
La Corte Suprema de Justicia de la Nación y el Proyecto "CEDAW-Argentina" del
Instituto Interamericano de Derechos Humanos –IIDH- presentan:

MUJERES MOVIENDO DERECHOS

Inauguración de una Instalación sórica, migrante, diversa, participativa y colectiva producida por el Proyecto "CEDAW-Argentina" del IIDH.
La presente iniciativa tiene por objeto propiciar un mayor acercamiento y conocimiento sobre los derechos humanos de las mujeres y las obligaciones que tienen los Estados de respetarlos y garantizarlos.

En esta oportunidad se exhibirán fotografías de Adriana Lestido, Ana Morán, Daniel Muchiut, Enrico Fantoni, Julia Goldenberg y Lucía Lubarsky, Luis María Herr, Mabel Vargas Vergara, Manuel Obeso, Marcos López, marian pessah, Milla Jung, Pablo Garber, Patricia Nadal, Sebastián Miquel, Sub.coop (Gisela Volá, Nicolás Pousthomis y Sebastián Hacher), Walter Astrada y otros/as a confirmar, junto a algunos de los derechos enunciados en la Convención para la Eliminación de Todas las Formas de Discriminación Contra la Mujer –CEDAW - y en la Convención Interamericana para Prevenir, Sancionar y Erradicar la Violencia Contra las Mujeres –más conocida como Convención de Belém Do Pará-.

La actividad se realizará en el marco de la conmemoración del "Día Internacional de la Mujer"y contará con la destacada presencia de las Ministras de la Corte Suprema de Justicia de la Nación: Dra.Elena Higthon de Nolasco y Dra. Carmen Argibay.

Jueves 12 de Marzo de 2009
13:30 hs.
Palacio de Justicia
Corte Suprema de Justicia de la Nación
Talcahuano 550 – Planta Baja – Hall Central
Ciudad de Buenos Aires

La Muestra ha sido posible gracias al auspicio de la Corte Suprema de Justicia de la Nación, la Agencia Sueca de Cooperación Internacional -ASDI- y de la Fundación Mujeres en Igualdad -MEI-.
Asimismo, cuenta con el respaldo del Área de Género y Derechos Humanos de las Mujeres del Instituto de Derechos Humanos, FCJS, Universidad Nacional de La Plata.

Proyecto "CEDAW–Argentina"
Instituto Interamericano de Derechos Humanos.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Deserto de Real, lá vou eu...


Exposição Bolsa Produção Artes Visuais da FCC, lá vamos nós...


Manguel e os nossos companheiros


No ano 2000, Alberto Manguel e sua esposa compraram e renovaram uma casa presbiteriana medieval em Poitou-Charentes na França. É lá que hoje estão os seus 30.000 livros.

Os meus livros do Manguel estão sempre na minha mesinha de cabeceira.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Duchamp e Paz


Uma vez qualificada (no mestrado) me dou ao luxo de passar o carnaval com um livro fora da minha bibliografia de mestrado que há muito me espera calado na estante:

MARCEL DUCHAMP ou o castelo da pureza, de Octavio Paz.


...cada um dos seus instantes é definitivo em relação aos que o precedem e relativo diante dos que o sucedem.


Imagem que reflete a imagem daquele que a contempla, jamais poderemos vê-la sem que nos vejamos a nós mesmos. Em suma, o poema e a pintura afirmam simultaneamente a ausência de significado e a necessidade de significar e nisto reside a significação de ambas as obras. Se o universo é uma linguagem, Mallarmé e Duchamp nos revelam o reverso da linguagem: o outro lado, a face vazio do universo. São obras em busca de significação. (p.55)


O silêncio de Duchamp é aberto: afirma que a Arte é uma das formas mais altas de existência, com a condição de que o criador escape a uma dupla armadilha: a ilusão da obra de arte e a tentação da máscara de artista. Ambas nos petrificam: a primeira faz de uma paixão uma prisão e a segunda de uma liberdade, uma profissão. (p.62)


...Duchamp é um clown. A liberdade não é um saber mas aquilo que está depois do saber. É um estado de ânimo que não só admite a contradição como busca nela seu alimento e seu fundamento. (p. 63, referência em itálico sobre citação de Roché por Octavio Paz)


...sua atitude nos ensina - embora ele nunca se haja proposto nos ensinar nada - que o fim da atividade artística não é a obra, mas a liberdade. A obra é o caminho e nada mais. Esta liberdade é ambígua ou, melhor dizendo, condicional: a cada instante podemos perdê-la, sobretudo se tomarmos a sério nossa pessoa e nossas obras. (p.64)


Sabedoria e liberdade, vazio e indiferença se resolvem em uma palavra chave: pureza. Algo que não se busca, mas que brota espontaneamente depois de se ter passado por certas experiências. Pureza é aquilo que fica depois de todas as somas e restos. (p.64)














sábado, 7 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Felipe em busca da cancha perdida


Problemas de síntese


Não sei por que raios de nostalgia abri a Gazeta do Povo on line: 49 mortos no fim de semana em Curitiba. Mas o Rocco, que entrevistou o Lerner em Miami esta semana, disse que Curitiba é paraíso e eu não sei. Não consegui ainda fazer a síntese dessas duas proposições.

Já volto, vou ali no Brasil comprar água que é mais barato.

Na foto, tirada do lado brasileiro, vcs estão vendo o Uruguay.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

por um retorno


Sim, eu ter parado de escrever no blog tem a ver com o assalto lá em casa e o consequente desaparecimento do meu Mac. Não tenho fetiche por laptops mas no computador estava a síntese de meu contato com o mundo, bem como a minha dissertação de mestrado e as imagens do projeto da FCC que tenho que apresentar dentro de 3 semanas, então fiquei meio sem rumo e parei de escrever.

Agora me encontro no Chuí-Chuy e escutando esta meia salsa que soa na praça desde cedo, me deu saudades de estar por aqui e me comunicar com meus 3 ou 4 leitores fieis. Até semana passada, antes de passar pelo interior do Uruguai e por Montevideo, achava o Chuí pacato, mas depois desta meia voltinha na Suiça latino-americana, passei a entender a fronteira como o espaço mais animado da região. Olhando o Uruguay pela janela de um ônibus muito muito velho, lembrei do ensaio Família Rodelu do Daniel Machado e do filme Whisky, de fato este cenário abandonado parece ser em primeira impressão este país. Ou o dinheiro está todo em Punta Del Este e nos freeshops lotados daqui. Para onde foram os outros?


abrazos!