segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

BEIRUT II

BEIRUT (Nantes)

Nantes is the 1st song from the new Beirut album called the Flying club cup.

sábado, 26 de janeiro de 2008

BEIRUT


BEIRUT (Cliquot)

O Maycon falou, a Lidia achou e todos nos apaixonamos.

para ver e ouvir tudinho: flyingclubcup.com


quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Adriana Lisboa


Por falar em boa literatura,
faço aqui uma pequena homenagem ao livro
"Sinfonia em branco" de Adriana Lisboa.

Delicadíssimo, imprescindível.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Amós Oz


Ontem revi a entrevista de Amós Oz na TV Educativa (obrigada Iolanda!) e lembrei do primeiro livro que li deste senhor e que mudou a minha vida.

Vi seu livro "Não diga noite" na Saraiva do Shopping Crystal em 2003, imediatamente gostei do título e da capa azul em papel opaco. Achei que alguém tinha me recomendado mas, tempos depois, descobri que a pessoa de quem eu tinha imaginado a recomendação não sabia quem era esse escritor.

O primeiro parágrafo era em primeira pessoa e, em pé na livraria, já me encantei com aquele tom que soava em suas palavras e também no espaço entre elas. Esse tom ainda me acompanha, em cada livro do Sr.Oz posso renová-lo mas, mesmo no intervalo, quando eu consigo ficar um pouco de tempo sem ler seus livros, o tom está lá, todo um universo que me acompanha e não imagino viver sem.

Comprei o livro e o levei para Coroa Vermelha. Na época eu ainda fotografava os Índios Pataxó e estava nesta ocasião fazendo algumas imagens da aldeia e da olimpíada indígenas que estava acontecendo por lá. Fiquei hospedada numa pousada na frente da aldeia e a cada intervalo, várias vezes por dia, corria no quarto para ler um trecho a mais. Os contrastes eram imensos, o calor e a exuberância da Bahia com o vento e a luz monocromática do deserto israelense, o espaço público nas aldeias e os espaços íntimos de Noa e Teo em sua relação amorosa, são alguns exemplos.

Em 2007 tive a oportunidade de ver e escutar Amós ao vivo no FLIP em Paraty, e ele leu um trecho do livro de Agnon, seu tio e primeiro escritor israelense a ganhar o Nobel em 1966. Leu o trecho em hebraico, não entendi é claro, mas sem dúvida foi o som mais bonito que eu escutei desde sempre. Obrigado Sr. Oz, o senhor me faz muita companhia.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Robert Frank




"Não vemos nem ouvimos as idéias, nem mesmo com os olhos do espírito ou com o terceiro ouvido: no entanto, ali estão, atrás dos sons e entre eles, atrás das luzes ou entre elas, reconhecíveis em sua maneira sempre especial, única, de entricheirar-se atrás deles."

Merleau-Ponty, O visível e o invisível, p. 146.

domingo, 20 de janeiro de 2008

Farc - sequestros

Hoje li na Ilustrada da Folha de SP um artigo do Ferreira Gullar, intitulado Dentro da noite, onde ele se pergunta:

Já imaginou quanto deve demorar a noite, nas selvas colombianas, para as pessoas que as Farc mantêm sequestradas?

Não podemos esquecer nem um minuto que os sequestrados estão em cativeiros, 6, 9, 10 anos sem saber de suas famílias, sobrevivendo em condições sub-humanas.

Sem mais.

sábado, 19 de janeiro de 2008

Comida Corriente e ambientação





Mais do que um sabor delicioso, os restaurantes de comida corriente da Colombia oferecem um ambiente familiar e multicolorido. Imersos nessa atmosfera podemos achar a sopa de miúdos maravilhosa e a banana frita (patacones) o prato mais sofisticado da terra.

Salsa e arte contemporânea


Depois de 1 semestre estudando artes visuais na Universidade, tive a oportunidade de olhar para a salsa de uma nova maneira. Claro, todos sabem que sou suspeita, sou fã incondicional (da salsa).

Mas atenção, percebam a operação que envolve este acontecimento: as pessoas chegam sós, cada um na sua, vão observando o ambiente para saber a hora de interagir com o outro. De repente, as relações começam a dinamizar e a coisa rola. O espectador passa a fazer parte da obra, que inclusive só acontece se houver a disposição de "ligar" esse dispositivo. A idéia de descontinuidade, os interstícios, a arte como espaço de relações intersubjetivas, está tudo lá!

Desculpem pelas fotos III


Só mais uma!!!

Desculpem pelas fotos II





Desculpem pelas fotos






Peço desculpas aos que esperavam um trabalho similar aos que venho desenvolvendo nos últimos anos, preto e branco, super humanista, muitas vezes tenso e contrastante. É que foi paixão à primeira vista, essas varandas, as flores, as cores, e não pude evitar... as famosas fotos de turistas.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Getsemani, bairro de Cartagena



Panamenhos hat


O chapéu panamenho, tem esse nome apesar de ser feito no Equador, ficou mais conhecido depois de ser usado por astros de Hollywood como Bruce Willis, Julia Roberts, etc. É tecido a mão por artesãos da cidade de Cuenca e pode ser levado enrolado numa caixinha que não amassa.

passeio...





Sequestros Farc, sem palavras


Nenhuma palavra pode alcançar a dor e a humilhação que os sequestrados pelas Farc, e seus familiares e amigos, estão passando.

É inconcebível que as coisas possam ter chegado tão longe.

Sem mais.

Aquisições e o presente


Nossas novas aquisições:
Milla, Canon G9, 12 mega em RAW!!! local: Foto japón, centro de Bogotá, R$... Moça de futuro.
Felipe, filme super 8, assunto desconhecido, tema: família, feirinha qualquer, R$10. Moço de passado.

Que bom que entre o lá e o acolá, nos encontramos aqui no presente.

Lonely Planet e realidade



Envelhecer é desejar ficar nos hotéis da sessão "middle-range" do guia Lonely Planet ao invés dos hotéis da sessão "bugdet". Novos interesses...

sábado, 5 de janeiro de 2008

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Espaço de afetos





Afeto é a energia de uma emoção, através de instantâneos de imagens que nos constituem desde a infância e reconhecemos diante de estímulos externos. Esse gesto interior, quando nos escapa em expressão visível, é de uma outra ordem que não a racional, e ultrapassa o tempo e o lugar.

* Este ensaio faz parte da exposição "O lugar de cada um" com os fotógrafos Felipe Prando e Anuschka Lemos

FNAC Curitiba

GALERIA DE FOTOS
O Espaço dos Afetos
Milla Jung
De 29 de Outubro a 04 de Fevereiro

Milla Jung trabalha suas séries para alterar a leitura superficial das imagens.
Ao colocar lado a lado as imagens ela inclui, entre os espaços, elementos próprios de sua criação : o tempo e o grafismo.
Os brancos passam a significar mais que simples áreas vazias para se tornarem brancos de ausência.
O cabelo revolto se torna parte do vento que movimenta e ondula os pensamentos. Assim nasce esta série o Espaço dos Afetos que passa a existir nas frestas ao longo deste tempo e neste espaço.

*texto de Rosely Nakagawa

Entrada Franca
Fnac Curitiba
ParkShopping Barigui – loja 101

* O nome corrego da série é Espaço de afetos

retornos projeto...






Poética para Prof. Kinceler



Trajetória de sentidos, para um prolongamento
da experiência de uma exposição fotográfica.

Nos últimos anos tenho me perguntado sobre a trajetória de sentidos de
uma exposição fotográfica. O fotógrafo sendo aquele que vai a campo,
em busca de entrar em contato com o outro e trazê-lo a luz, tem uma
experiência a partir das relações que estabelece com o seu objeto,
seja ele uma pessoa, uma paisagem devastada ou o caos de uma grande
capital. Produz a partir daí as imagens que estarão dispostas para a
exibição. Mas o que acontece entre público e imagens? O que cada
espectador faz com o que vê? Seria o último passo do fotógrafo ampliar
bem seus negativos e emoldurá-los?
A proposta "Trajetória de Sentidos" surge a partir dessa inquietação
pessoal, e propõe um prolongamento da experiência da trajetória de
sentidos das imagens fotográficas a partir do acompanhamento da
relação que o espectador estabelece com uma imagem. Para isto,
distribuirei 06 imagens entre os colegas e o professor da disciplina
Arte Relacional, do Programa de Pós-Gradução em Artes Visuais, da
Udesc. A idéia é que cada um se relacione com a imagem da maneira que
entender que deve ser feito e volte esse resultado em minhas mãos. Com
esse material em mãos, poderemos todos juntos, aumentar o efeito da
obra e gerar uma discussão mais aprofundada sobre o que permeia a
existência de uma imagem fotográfica em nosso universo pessoal.
Para concluir o trabalho produzirei um relato descrevendo o processo
de trabalho e as conclusões finais sob o mesmo título.

Projeto A-NÃO

Projeto O Brasil passa pelo Sesc

Museu de Arte Contemporânea do Pr

La Paz, Bolívia

Lima, Peru

Seria tudo perfeito, a galeria Ojo Ajeno, a convite do Huarcaya, o patrocìnio da Embaixada do Brasil, o Felipe Prando nos representando(a mim e a Anuschka), a cobertura da imprensa, as còpias à jato de tinta,...

...se não fosse pelo terremoto de 8,0 na escala Richter na hora da abertura da exposição...


não pude ir, é como se não tivesse acontecido...