quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Exposição coletiva: MULHERES MOVENDO DIREITOS em Buenos Aires

Exposición Fotográfica - Conceptual: MUJERES MOVIENDO DERECHOS

La muestra conjuga fotografías de Adriana Lestido, Ana Morán, Daniel Muchiut, Enrico Fantoni, Julia Goldenberg y Lucía Lubarsky, Luis María Herr, Mabel Vargas Vergara, Marcos López, marian pessah, Milla Jung, Pablo Garber, Patricia "Patín" Nadal, Peri Labeyrie, Sebastián Miquel, Sub.coop (Gisela Volá, Nicolás Pousthomis y Sebastián Hacher) y Walter Astrada.

Palacio de Justicia: Talcahuano 550 de Ciudad de Buenos Aires.

Instituto Interamericano de Derechos Humanos

domingo, 16 de novembro de 2008

3 Ciclo de Investigações do PPGAV da UDESC

3� Ciclo de Investigações do PPGAV da UDESC
17 e 18 de novembro
Florianópolis/SC

"Arte e seus processos investigatórios"

PROGRAMAÇÃO: www.ceart.udesc.br

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

estado-cegueira \ estado-escuta, no MAC


A partir do estado-cegueira \ estado-escuta


Hélio Fervenza

O que acontece quando não consigo ver completamente aquilo que em princípio seria possível de ver? Que tipo de olhar surgiria daí?

O que ocorre quando escuto, quando me coloco numa situação de escuta atentiva e aberta?

Estado-cegueira \ estado-escuta: um estado de exposição para o olhar e o escutar, a disposição de dois sentidos para estarem em relação com o mundo e entre-si. Dois estados constituindo-se no cruzamento de sentidos, no intervalo da atenção, na atenção ao intervalo, naquilo que produz impedimento, mas também naquilo que estende os sentidos.

Pensar o intervalo como diferença, e a arte como artifício, como exercício, como des-naturalização das relações, como um jardim de pedras sonoras, como um estalo de luz e sombra.

Então, naquilo que falta e no que está em excesso, escutar uma meia paisagem pode já ser uma paisagem e meia. Pois a escuta produz muitos sentidos: ouvido flutuante: em meio flutuante: a ilha lá: não tão longe: no meio: escuta e meia:

E o meio, pode ser aquilo que divide, esconde, vela, apaga, deixa pra depois.

A partir da experiência, percorrer uma meia paisagem, deslizar e alternar uma película translúcida e esbranquiçada, uma sombra em negativo. A mosca encosta-se ao meu olhar por mais que ele voe, por mais que ele encoste o ouvido no mar.

Paradoxo: o mar parado me assombra, mas só enquanto que metade.

Aqui, a condição para o olhar implica um não olhar — e seus diferentes graus, formas e estados —, implica um empecilho, uma mosca volante. A condição da escuta implica uma cigarra ou um grilo, um silêncio, uma pausa, e dentro dessa pausa, uma outra escuta, um além da escuta, e que a atravessa.


domingo, 19 de outubro de 2008

Evgen Bavcar, in Memória do Brasil

"Sim, penso ainda nos escravos: somos todos escravos. O que nos diferencia é o grau de nostalgia que carregamos conosco e que marca nosso corpo com a liberdade por vir."

"Há uma necessidade interior que consiste em abordar os domínios desconhecidos com inocência. Isso é tanto mais necessário quanto conhecer, para mim, não signifca querer ser um especialista, mas sobretudo estar diante de algo não definido que exerce sobre nós uma atração secreta."

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Tercera Bienal Argentina de Fotografía Documental.

Não foi por falta de público:



Abertura na Fundación Vicente Lucci:

AL SÉPTIMO AÑO de Daniel Merle,
LOS ABRAZOS de Gabriela Muzzio,
SUPAY FOTOS com o Grupo peruano Supay Fotos e
ESPACIO DE AFECTOS com Milla Jung.





La Tercera Bienal Argentina de Fotografía Documental:
http://www.youtube.com/watch?v=n5ahUwaDiWg

terça-feira, 7 de outubro de 2008

3 Bienal Argentina de Fotografia Documental




ESPACIO DE AFECTOS
Milla Jung (Curitiba, Brasil) 10/10 al 31/10
Inauguración: viernes 10 de octubre a las 20:30 hs.
Fundación Vicente Lucci
Salta 532
Horarios: lunes a viernes de 16:00 a 20:00 hs.


Jueves 9 de octubre
17:30 hs. Mesa panel: “Fotografía latinoamericana”
Roberto Córdova-Leyva (México) - Milla Jung (Brasil) – Supay Fotos (Perú)
Auditorio C.C. Virla

para o resto da programação: http://www.fotobienal.com.ar/

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

"O que desejo não tem nome" na Estreita Galeria de fotografia





"O QUE DESEJO NÃO TEM NOME"


de Elenize Dezgeniski, Lidia Ueta, Luana Navarro, Patrícia Lion e Arthur do Carmo



MOSTRA DOS VÍDEOS


PEGUE UMA E LEVE VÁRIOS - Arthur do Carmo

VULNERABILIDADES – Lidia Ueta

CORPO URBANO – Luana Navarro


Estreita Galeria
Núcleo de Estudos da Fotografia
Rua Conselheiro Araújo, n°315
Abertura e mostra dos vídeos no dia 03/10 (sexta-feira) às 19 horas

domingo, 28 de setembro de 2008

Palmeiras

ah tá, entendi porque estou tão fascinada pelas palmeiras, um ano de estrada viajando todas as semanas e elas sempre lá acenando para mim.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

I Simpósio Fotografia e Cultura Visual: entrecruzamentos históricos e contemporâneos

Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)
Florianópolis, 25 e 26 de setembro de 2008

Programação

25 de setembro (quinta-feira)

10 horas – Abertura e palestra Prof. Dr. Jofre Silva (Universidade Anhembi Morumbi, São Paulo) Um esforço de silêncio: histórias dafotografianacultura visual contemporânea

14h – Palestra Profa. Dra. Verônica Stigger (FAAP, São Paulo) O teatrofotográfico: o cancelamentoda materialidade em VikMuniz

15h30 - Intervalo

16h - Sessão portfólios

Artistas: . Clara Rosson . Antonio Vargas . Paulo Gaiad . Esdras Pio da Luz

18h – Intervalo e exposição “Entrecruzamentos”

Artistas: . Milla Jung: Espaço de afetos . Felipe Prando: Perder de Vista . Marina Borck: Sem título . Miguel Etges: Série "Situações Cotidianas"

19h - Mesa 1 Mediação: Antônio Carlos Santos . Antônio Carlos Santos (UNISUL): Fotografia e pintura,aquestão do realismo no séculoXIX . Jorge Wolff (UNISUL): A fotografia eo destino das imagens. .Anita Koneski (UDESC): O Corpo da dor: fotografias de Sebastião Salgado

Local das palestras, comunicações e portfólios: sala do Mestrado em Artes Visuais, Bloco de Artes Plásticas, Ceart/UDESC. Local da exposição “Entrecruzamentos”: Bloco de Artes Plásticas, Ceart/UDESC.

26 de setembro (sexta-feira)

14h - Palestra Prof. Dr. Raul Antelo (UFSC): As imagenscomo força

15h30 - Intervalo

16h - Mesa 2 Mediação: Silvana Macedo . Silvana Macedo (UDESC): A Fotografia como uma mídia alegórica no contexto das artes visuais . Victor da Rosa (UFSC): Poesia e pose: Joan Brossa em três fotografias . Regina Melim (UDESC): A Fotografia como documento primário da Performance

17h30 – Intervalo

18h – Sessão portfólios

Artistas: . Milla Jung . Felipe Prando . Raquel Stolf . Cláudio Brandão

20h - Exposição “Entrecruzamentos” e coquetel de encerramento

Artistas: . Juliana Crispe: Tudo que é sólido desmancha no ar . Márcia Sousa: Série “Espaços” . Monique Bens: Espaços íntimos . Fernando Weber: Passagem, penetrações e Esconderijos . Maria Araújo: Rorschach

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

véu

... a beleza é um véu apolíneo que deve fazer pressentir o caos dionisíaco pulsando nela.

Massimo Recalcati, em As três estéticas de Lacan, publicado na Revista " Opção Lacaniana"

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Homenagem a Cacá...

... que acabou de mandar direto de Manhattan um vídeo que fez do Central Park incluindo essa música do Simon And Garfunkel. Pude fechar os olhos e voltar lá no ano em que morei nessa cidade. Ano tão duro, tão lindo, ano em que conheci as pessoas que iriam mudar minha vida para sempre.

Tomara Cacá que seja assim tão importante para vc também. Boa sorte, querida!

domingo, 31 de agosto de 2008

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Curitiba virou um banheiro




O centro de Curitiba era um dos lugares mais charmosos do mundo. Com o tempo a Rua XV foi perdendo todos os seus meandros misteriosos, o Cine Groff desapareceu junto com a galeria que levava o seu nome e onde havia uma livraria feminista ("Lilith" eu acho) e uns restaurantes bares no segundo andar, a Livraria Guinhone arriscou um café restaurante e acabou fechando a porta mais linda da cidade (porta de madeira de maçiça), fechou também a confeitaria Schaffer e seus eternos mau-humorados garçons que serviam uma torta de requeijão sem igual... com todo esse apagamento o cenário da minha adolescência sumiu. Triste, muito triste, mas sobrevivi.

Agora, nesse sábado, entrei em estado de choque. Andando na "nova" praça Tiradentes, dei de cara com uns ralos de chuveiro barato no meio da nova passarela em que se transformou a praça. É, porque a praça sumiu, virou uma passagem, e o público da praça não tem mais lugar.
E no caminho para a Generoso Marques, nossa, os últimos petit paves vão dando lugar para os quadrados de cimento.
Triste demais.






sexta-feira, 15 de agosto de 2008

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Peter Downsbrough



Peter Downsbrough faz par com o Robert Frank no meus prediletos.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

a foto que a máquina fez de mim


Eu estava fotografando para o meu projeto da bolsa da FCC e quando fui revelar o filme, achei essa imagem. Por essas e outras que eu amo as velhas e boas películas fotográficas.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Livro de artista em Florianópolis - Palestra e exposição

Exposição Ideário para Livros ___apresenta livros de artista e livros-objeto

Artistas:
Adão Roberto, Bil Lühman, Bruno Rocha, Cacildo Silva, Daisy Proença, Elenice Zardo, Eliane Veiga, Fernando Weber, Francine Goudel, Gabriela Queiroz, Gabriela Caetano, Genoína Battistini, Graciela Fernanda, Joana Amarante, Júlia Pinto, Juliana Crispe, Letícia Weiduschadt, Lídia Cabral, Luciana Afonso, Márcia Sousa, Maria Helena Franken, Marina Brum, Mônica Savi, Noara Quintana, Paulo Roberto, Priscilla Menezes, Sandra Fávero, Sonia Brida, Tatiana Weprajetzky, Zulma Borba.

Serviço
Exposição Ideário para Livros
Galeria de Artes da UFSC, no Centro de Convivência, bairro Trindade
Do dia 05 de agosto a 29 de setembro
Na abertura (no dia 5) às 18h30, será realizada uma conversa com os artistas participantes.
Evento gratuito e aberto ao público
Mais informações com Fernando Weber (manesweber@yahoo.com.br / (48) 8409.8242

quarta-feira, 30 de julho de 2008

PALESTRA: FOTOGRAFIA NO CANADÁ


O núcleo de Estudos da Fotografia convida para a Palestra de Kadija de Paula,
sexta-feira, dia 1º de agosto, às 19hs:

A fotografia no país dos "centros dirigidos por artistas"

grampo, de Kadija de Paula

O Canadá é um país extremamente peculiar em relação a arte e ao apoio governamental. Anualmente cerca de meio bilhão de dólares são investidos no setor artístico num sistema que apóia e mantêm artistas independentes e pequenas organizações também conhecidas como "centros dirigidos por artistas". Depois de 8 anos no Canadá, a fotógrafa Kadija de Paula se tornou uma administradora do setor artístico.

Agora ela volta pra Curitiba pra contar o que transformou a sua prática criativa em uma prática quase burocrática onde dossiês e editais são tão fundamentais quanto à própria arte. Kadija também mostrará seu trabalho pessoal além de obras de fotógrafos canadenses que servem como referência para seu trabalho.

Local: Núcleo de Estudos da Fotografia
Rua Conselheiro Araújo, 315 Curitiba/Pr
http://www.nucleofotografia.com.br/
entrada gratuita


domingo, 20 de julho de 2008

FOTOGRAFIA CONTEMPORÂNEA

No Núcleo de Estudos da Fotografia, a partir de amanhã:

Desaparecimento





Não se trata da "Arte da desaparição" do Baudrillard mas do desaparecimento das paredes da Estreita Galeria lá no NEF. Trata-se inclusive de mim, a Nicole Lima começou a me desaparecer.

Para ler e ver mais: www.paralelocentro.com.br

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Recorte pós-moderno no Museo Oscar Niemeyer

As fotos são do Rafael Egashira


Este fim de semana fui assistir ao espetáculo da orquestra à base de corda, regido por João Egashira, com o Renato Borghetti no teatro do Museu Oscar Niermeyer. Apesar de ter visto ótimas exposições lá no museu, sem dúvida o show de ontem foi o que mais me tocou. No fim do espetáculo até o Ceará subiu no palco com seu triângulo. Egashira, Ceará e Borguetinho juntos, muito brasileiro.



domingo, 22 de junho de 2008

exposição em Buenos Aires

Guimarães Rosa

"Artista é aquele que de repente aprende" incrição na parede do Atelier de Siron Franco.

sábado, 21 de junho de 2008

Richard Long


Richard Long. Artist.

Art made by walking in landscapes.
Photographs of sculptures made along the way.
Walks made into textworks

quinta-feira, 19 de junho de 2008

"el lugar de cada uno" em Buenos Aires

Un ensayo de los autores brasileros Milla Jung, Anuschka Lemos y Felipe Prando se inaugura en julio en la FotoGalería del Teatro San Martín

El martes 1 de julio a las 19 horas se inaugurará en la FotoGalería del Teatro San Martín –que dirige Juan Travnik– la muestra el lugar de cada uno, de los autores brasileros Milla Jung, Anuschka Lemos y Felipe Prando. La exposición, que se presenta en conjunto con la Embajada del Brasil en Buenos Aires, podrá ser visitada a diario hasta el domingo 3 de agosto, de lunes a viernes desde las 12 horas y los sábados y domingos desde las 14 horas hasta la finalización de las actividades del día en el teatro (Avenida Corrientes 1530). La entrada es libre.

Desde hace unos años Milla Jung, Anuschka Lemos y Felipe Prando llevan adelante el proyecto colectivo “escapatorias”. Estos tres artistas brasileros sumaron esfuerzos creando un espacio de investigación y trabajo en común, sin perder su individualidad como autores. En el ensayo el lugar de cada uno, creado de este modo, las imágenes de Milla Jung tratan de generar en blanco y negro sensaciones que habitualmente no se perciben en el campo de lo visible. Su tema son los miedos, el amor, o emociones que emergen con pequeños y sutiles gestos corporales. Los fondos blancos sobre los que aparecen las figuras crean una sensación de vacío, y atemporalidad. Anuschka Lemos exploró en la noche las relaciones visuales que se producen entre los personajes y un escenario diferente al que se observa con la luz del día. Los personajes se pierden en el negro intenso de la noche o caminan en parques o calles iluminados por luces de diferentes colores, en imágenes con efecto de grano o con el reconocible uso del flash. Felipe Prando recorrió espacios en los que vivió parte de su infancia. Encontró fábricas abandonadas que ya no producían sus productos. Pero tampoco ocupaban más a la gente, ni alentaban sus ilusiones o sus proyectos. Esos escenarios desiertos, fotografiados con mirada cálida y excelente técnica, pueden generar interrogantes sólo en el campo de los recuerdos.

domingo, 15 de junho de 2008

Cora Coralina, do blog Caquis Caídos

Encontrei hoje, no blog da Adriana Lisboa...

Minha cidade

Goiás, minha cidade...
Eu sou aquela amorosa
de tuas ruas estreitas,
curtas,
indecisas,
entrando,
saindo
uma das outras.
Eu sou aquela menina feia da ponte da Lapa.
Eu sou Aninha.

Eu sou aquela mulher
que ficou velha,
esquecida,
nos teus larguinhos e nos teus becos tristes,
contando estórias,
fazendo adivinhação.
Cantando teu passado.
Cantando teu futuro.
Eu vivo nas tuas igrejas
e sobrados
e telhados
e paredes.

Eu sou aquele teu velho muro
verde de avencas
onde se debruça
um antigo jasmineiro,
cheiroso
na ruinha pobre e suja.

Eu sou estas casas
encostadas
cochichando umas com as outras.
Eu sou a ramada
dessas árvores,
sem nome e sem valia,
sem flores e sem frutos,
de que gostam
a gente cansada e os pássaros vadios.

Eu sou o caule
dessas trepadeiras sem classe,
nascidas na frincha das pedras:
Bravias.
Renitentes.
Indomáveis.
Cortadas.
Maltratadas.
Pisadas.
E renascendo.

Eu sou a dureza desses morros,
revestidos,
enflorados,
lascados a machado,
lanhados, lacerados.
Queimados pelo fogo.
Pastados.
Calcinados
e renascidos.
Minha vida,
meus sentidos,
minha estética,
todas as vibrações
de minha sensibilidade de mulher,
têm, aqui, suas raízes.

Eu sou a menina feia
da ponte da Lapa.
Eu sou Aninha.


*

Cora Coralina (Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, 1889-1985) nasceu em Goiás e publicou seu primeiro poema aos 76 anos, embora escrevesse desde moça. Aos 90, foi apresentada ao mercado nacional através de Carlos Drummond de Andrade, que lhe escreveu numa carta: "Admiro e amo você como alguém que vive em estado de graça com a poesia."

domingo, 8 de junho de 2008

exposição Suitcase


De 10 a 27 de junho de 2008
Visitação das 13 às 17h
Local: Retiro do Manguezal (ver mapa) - no Campus Itacorubi da UDESC - Florianópolis

Suitcase reúne propostas poéticas de alunos de dois programas: o Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGAV), da UDESC, e o Master of Fine Arts da Michigan State University (MSU).
Suitcase é uma exposição processual, realizada em três etapas. No dia 10 de junho, próxima terça, Suitcase estará aberta ao público no espaço expositivo Retiro do Manguezal (ver mapa) e apresentará trabalhos dos mestrandos do PPGAV. O segundo momento, em agosto, contará com a presença dos estudantes da Michigan State University e vai reunir as propostas dos acadêmicos das duas universidades. Em uma terceira etapa, esta mesma exposição em conjunto será realizada novamente, num espaço expositivo da MSU, nos Estados Unidos.
Entre os mestrandos do PPGAV – UDESC, participam: Ana Hmeljevski, Deborah Bruel, Diego Rayck, Flávia Duzzo, Jefferson W.Kielwagen, Márcia Sousa, Miguel Etges, Silvia Guadagnini e Talita Esquivel. Dentre os acadêmicos da MSU, tomarão parte na segunda e terceira etapas: Steve Baibak, Matthew Boonstra, Ben Clore, Deon Foster, Benjamin R. Fuhrman, Andrew Rieder, Janel Schultz, Lisa S.Truax, Grant Whipple e Andrea Wicklund.

Ação educativa
Agendamento de visitas monitoradas com Maria Helena pelo
telefone: 9927.4601 ou e-mail: mariahelenabarbosa@yahoo.com.br

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Beirut -

#64.2 - BEIRUT - The Penalty

Estréia Godot

ESTRAGON
Qual é nosso papel nisso?

VLADIMIR
Nosso papel?

ESTRAGON
Pense bem.

VLADIMIR
Nosso papel? É dos suplicantes.

ESTRAGON
Chegamos a esse ponto?

VLADIMIR
Vossa Excelência tem exigências a fazer?

ESTRAGON
E não temos mais direitos?

Riso de Vladimir, abortado abruptamente como antes. Mesmo jogo, menos o sorriso.

VLADIMIR
Você me faria rir, se isso me fosse permitido.

ESTRAGON
Nós os perdemos?

VLADIMIR (nitidamente)
Nós os jogamos fora.

Silêncio. Permanecem imóveis, braços pendentes, cabeças caídas, joelhos arqueados.

sábado, 10 de maio de 2008

making of - Caracas

Aqui algumas imagens dos dias em Caracas, nas fotos vcs verão:
a montagem da exposição (sempre mais difícil do que parece),
Manuel - el montador oficial - que teve uma imensa paciência com nossos detalhismos, Francisco Prada e sua esposa Angela - Francisco é meu grande amigo desde que nos conhecemos em NY em 97, pessoa muito importante na minha formação, que sempre me abriu os olhos sobre algumas duras realidades, ele agora responde como OJOS ILEGALES,
os pais de Francisco: os queridos Laura e "El Flaco" que vivem em Trujillo e estão sempre en la lucha,
Violette, que salvou nossos catálgos e a volta da Anuschka para casa,
Felipe filmando e entrevistando a imprensa que veio nos filmar e entrevistar...


Aqui vcs verão:
a Anuschka me fotografando, claro aproveitou para trabalhar um pouco,
e muita charla..

Aqui com vcs, Mairy, produtora junto com Violette da expo,
Carmen Hernandez (e Luis) diretora da parte de exposições do Celarg, quem nos convidou para expor,
Jose Guaglianone que escreveu o texto (que inclusive adoramos)
Casa de arepas, Caracas e claro, salsa (El Maní!!!!)

E vcs não verão, mas tenho que agradecer, toda a equipe do Celarg, que é muito competente e além disso carinhosa e simpática.


alguns sites que publicaram referências do Escapatórias: referhttp://lisablackmore.net/?p=155&lang=eshttp://lisablackmore.net/?p=155&lang=es
http://www.fotosensible.org/cartelera.htm
http://encontrarte.aporrea.org/noticias/n9251.html
http://www.ojopelao.com/noticias.php?id=23088
http://www.entrerayas.com/index.php?option=content&task=view&id=1215&Itemid=2
http://www.ministeriodelacultura.gob.ve/index.php?option=com_content&task=view&id=4331&Itemid=192
http://av.celarg.org.ve/Escapatorias/PortalEscapatorias.htm
http://www.caraqueando.com/?p=1192

matéria e imagens expo Celarg


El próximo jueves 8 de mayo, a las 7 y 30 de la noche, en la Sala RG de la Casa Rómulo Gallegos, se inaugurará la exposición fotográfica “Escapatorias” del colectivo brasileño del mismo nombre, integrado por Milla Jung, Anuschka Reichmann Lemos y Felipe Prandos, lo
tres habitantes de Curitiba, al sur del hermano país.

Esta exposición, compuesta por 29 fotografías de gran formato, a color y blanco y negro, permanecerá en Caracas hasta el 22 de junio, para luego partir a otras ciudades latinoamericanas, como parte de un circuito que realiza este colectivo a lo largo y ancho de nuestro continente.

José Leonardo Guagliaone, asistente curatorial de la Dirección de Artes Visuales de la Fundación Celarg, escribe sobre este proyecto: “las propuestas visuales de estos tres fotógrafos resultan escapes, de forma y de concepto, que abordan la redimensión d elos cotidiano, de lo urbano y de lo fotográfico como una totalidad experimental. Pliegues poéticos de una narratividad de la imagen que apunta a manifestarse de maneras distintas –y muy personales en cada caso-, formalmente, por medio del ensayo fotográfico o de la serie, del relato asociativo o de la variación sobre un tema”. Esta muestra está organizada por el Ministerio del Poder Popular para la Cultura, a través de la Fundación Celarg y es patrocinada por el Instituto Cultural Brasil Venezuela y la línea Aérea TAM.

Milla Jung expresó que sus trabajos “pesquisan otras maneras de hacer fotografías”, porque para ellos su trabajo “deshace la frontera entre la realidad y la ficción”, se ubica en lo ambiguo, en la subjetividad y la construcción cultural de lo que significan las imágenes. El objetivo de este grupo de artistas es “alcanzar una reflexión más profunda de lo que nos envuelve”, según Jung.
Lo interesante de esta muestra es que no están representadas las típicas imágenes de Brasil; estas fotografías, según sus autores, pretenden la universalidad, desechan las fronteras, las ideologías y se plantan en la humanidad, como espacio de relación entre la gente.

La suma de los trabajos de estos tres artistas da cuenta del movimiento fotográfico brasilero, en el que se ha suscitado un cambio importante a través de su historia. Y es que han dejado de hacer fotografía desde afuera, de su exterior, para mostrar lo que hay adentro y así producir un tipo de imagen distinta, que construye realidades incomparables; precisamente la materia prima de estos artesanos de la luz. Antes, los fotógrafos de este país se preocupaban por reflejar denuncias sociales y políticas a través de sus trabajos, “ahora se despegan un poco de estas preocupaciones”, según acota Felipe Prando.


Mañana miércoles, 7 de mayo, a las 6 de la tarde, en la Sala A de la Casa Rómulo Gallegos, estos tres artistas dictarán la conferencia titulada: “Fotografía brasileña después de los años 90”, en la que analizaran la trayectoria y las rupturas que acontecieron en ese período. Además, extendieron una invitación a todos sus colegas venezolanos para que asistan y compartan sus trabajos. Porque “estos espacios hay que construirlos y lo más importante es el debate”, concluye Jung.

Exposição Venezuela

El Ministerio del Poder Popular para la Cultura a través de la Fundación CELARG y el Instituto Cultural Brasil Venezuela
tienen el gusto de invitarle a la inauguración de la muestra:
Escapatorias, tres fotógrafos brasileños: Felipe Prando, Milla Jung y Anuschka R. Lemos
Sala RG, Jueves 8 de mayo de 2008 a las 7: 30 pm

Casa Rómulo Gallegos, Av. Luis Roche, Altamira, Caracas
http://av.celarg.org.ve/Escapatorias/Portalescapatorias.htm

segunda-feira, 21 de abril de 2008

ONCE

Once

Ontem eu assisti Once do diretor John Carney, foi o primeiro (e imagino que único) musical que gostei na vida. Os atores de fato não são atores, são músicos - Glen Hasard (da banda The Frames) e Marketa Irglova (atriz e instrumentista), ele me lembrou muito do Eduardo Serafim , que aliás vai adorar o filme porque acaba muito mal (saudades das nossas diferenças), no meu ponto de vista é claro. Mas a vida é tão mais imprevisível que o cinema e eles na verdade são um casal.

domingo, 20 de abril de 2008

correspondências

Tomo a liberdade de postar esta pequena carta que recebi hoje, domingo chuvoso e frio. A Marcia é uma grande amiga que agora é minha irmã do coração. Ela faz cadernos afetivos de artista, é casada com o Ale que quando eu conheci tinha cabelo comprido, já morou em Cascais (sim, princípio do mundo que fica em Portugal) e agora habita uma casinha verde em Rio Tavares (no paraíso) e está com o cabelo comprido e liso (por alguma razão natural e desconhecida). Aproveito para respondê-la on line...


Querida Milla,

Tua carta para seu amigo Renato também foi uma carta para mim. E tuas palavras, entre o ficar e o ir, também falam de como me sinto.
Sim, para mim também, é muito mais confortável estar em trânsito e me sentindo estrangeira no mundo. Muito mais difícil é conseguir se sentir menos estrangeiro no chão em que pisamos todos os dias. Não sei muito bem como fazer isso, aprendo a cada passo, e pessoas como você criam o contexto de aconchego que confronta o estranhamento que o mundo real me provoca todos os dias...

Obrigada por existir. Queria ter te encontrado antes...

marcia



Querida Marcia,

Quem disse que já não nos conhecíamos? Ou me enganei quando te reconheci naquele banco da Udesc quando nós duas esperávamos a entrevista final do mestrado? Naquele dia eu pensei, e nos primeiros dias de aula tive a certeza, que você era a amiga secreta que brincava comigo quando eu era pequena. Passadas algumas semanas, e percebendo como você preenchia o caderno nas aulas de arte relacional e também como você delicadamente descia da tua motoca radical quando chegava na universidade, percebi que também já te conhecia da minha adolescência. Nas minhas longas viagens de mochila, nunca estive só, sempre estive conversando altos papos com alguém, alguém que às vezes me entendia, outras me tirava o maior sarro - alguma coincidência?
Mas hoje, mais do que nunca, você é muito presente para mim. Todas as quartas, quando não quero pegar o ônibus para Floripa, escuto o Felipe dizendo: mas lembre que você também vai ver a Marcia, e isto é brutal para mim, cruzo do Paraná para Santa Catarina feliz da vida. E então você chega no campus um pouco desolada (tantas coisas para dar conta) mas com aquele sorriso de quem faz cadernos de artista, de quem lida diretamente com a vida e cheia de afeto.
E então sinto-me em casa. Vamos comer uma salada de frutas?
beijo grande para vc, para o Ale e lembranças para o mar,

Milla



sexta-feira, 18 de abril de 2008

"Las madres del monte" de Julio Pantoja


"Las madres del monte" é o trabalho que o fotógrafo argentino (de Tucumán) Julio Pantoja está expondo no Centro Cultural Eugênio Flavio Virla.

Dá para ver todas as imagens e textos (e vale muito a pena) no site: http://www.juliopantoja.com.ar/Reportajes/MadresMonteTodos.htm


Julio também é responsável pela "Bienal Argentina de Fotografía Documental", que acontece em Tucumán.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Corpo Urbano, fotografias de Luana Navarro


'CORPO URBANO' é a exposição de Luana Navarro, que com muito orgulho também integra o Núcleo de Estudos da Fotografia, e que acontece no dia 17- quinta-feira às 19 horas no SESC da Esquina - Photoespaço, em Curitiba/Pr.





segunda-feira, 14 de abril de 2008

Bolsa Produção Artes Visuais - Ana González

Abre amanhã, 15/04, a exposição resultante da "Bolsa Produção Artes Visuais 02" da Fundação Cultural de Curitiba. Quem, além dos artistas, merece os aplausos do evento é a coordenadora Ana González, sem ela nada nada estaria rolando. Parabéns e obrigada a Ana Gonzaléz.


sexta-feira, 11 de abril de 2008

PERDER DE VISTA, de Felipe Prando



"PERDER DE VISTA" de Felipe Prando é resultado da "Bolsa Produção Artes Visuais" da Fundação Cultural de Curitiba.

A abertura será na terça, dia 15/04, ás 19hs no Solar do Barão.

Entrevista para o fotosite

Esta semana saiu no fotosite uma entrevista minha sobre fotografia, quem tiver interesse em escutá-la:
http://fotosite.terra.com.br/novo_futuro/fscast/milla_jung.mp3

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Robert Frank

“A verdade é a maneira de revelar alguma coisa sobre a sua vida, seus pensamentos, onde você está parado. A verdade não está isolada. Está aí combinada com a arte. Eu quero fazer algo que tenha mais de verdade e não tanto de arte. O que significa arriscar, porque as pessoas estão mais cômodas tratando com a arte do que com a verdade.”
Robert Frank

terça-feira, 8 de abril de 2008

Parabéns Arthur!

Estou muito feliz, o Arthur entrou no edital da Fundação Cultural de Curitiba- imagens para o transporte urbano. Fico feliz porque ele confiou no NEF e no trabalho duro, ralou para terminar O ensaio e o projeto, e agora deu certo!
Parabéns!

domingo, 6 de abril de 2008

terceira margem do rio

Querido Renato,

Companheiro de mundo e irmão.

Falei com você ontem pelo telefone e você já estava cruzando a polícia federal no aeroporto de Guarulhos – eles já sabem o teu nome? Mais uma vez você vai para o nosso mais conhecido metier, o de ser um “viajante”. Uma de nossas heranças em comum, apesar de não sermos da mesma família, também porquê isto não tem nada a ver com família. Tem a ver com o estranho, com olhar o mundo como estrangeiro, camuflar-se no anonimato, estar diante do outro, do desconhecido e principalmente diante de si.

Ir ou não ir sempre foi nossa encruzilhada, mas a resposta é imperativa, impossível não ir, é um caminho que conhecemos, será o único que conhecemos?

Estou, por aqui, tentando a terceira margem do rio, compromissos que me impedem do vício, mas confesso que não é fácil, não é um estado natural. Conto uma vitória a cada semestre que não parti e isto já leva alguns anos. Mas estaria mais em casa pegando minha mochila já e partindo por aí, você sabe. Entretanto há o desafio de tentar tornar o aqui o mesmo sabor do aí, que a vida em qualquer lugar tenha a vertigem e o delírio de estar vivo. Tenho a vida adiante para consegui-lo, espero que dê certo.

Você mal foi já sinto a tua falta, gostaria de estar contigo, gostaria que vc estivesse comigo. Um dia nos encontraremos na terceira margem do rio. Mas por enquanto te esperarei em SP na volta.

Beijo grande e boa viagem,

Milla

sexta-feira, 4 de abril de 2008

O que vemos, o que nos olha

de Didi-Huberman...

"Mas a modalidade do visível torna-se inelutável – ou seja, voltada a uma questão do ser – quando ver é sentir que algo inelutavelmente nos escapa, isto é: quando ver é perder.
Tudo está aí.”

pág. 34

terça-feira, 1 de abril de 2008

Flusser e Adriana Lisboa

Peço desculpas a todos que fiquei de ligar (Renato, Inês, Melissa, Lidia) quando chegasse de Florianópolis semana passada, pois é já vou outra vez, e nem liguei. Que pena que o tempo está tão curto e corrido. Fiquei um pouco triste com esta constatação e então, para ter uma pequena alegria, abri o blog da Adriana Lisboa, e a alegria estava lá:


(caquiscaidos)...Escreveu Flusser: “Estrangeiro (e estranho) é quem afirma seu próprio ser no mundo que o cerca. Assim, dá sentido ao mundo, e de certa maneira o domina. Mas o domina tragicamente: não se integra. O cedro é estrangeiro no meu parque. Eu sou estrangeiro na França. O homem é estrangeiro no mundo.”

segunda-feira, 24 de março de 2008

Edital Mestrado Artes Visuais UDESC 2008


http://ppgav.ceart.udesc.br/selecao.htm

quarta-feira, 5 de março de 2008

Esperando Godot, de Samuel Beckett

Vladimir:
Você já leu a Bíblia?

Estragon:
A Bíblia...? (Pensa) Devo ter passado os olhos.

Vladimir:

Lembra dos Evangelhos?

Estragon:
Lembro dos mapas da Terra Santa. Coloridos. Bem bonitos. O mar Morto de um azul bem claro. Dava sede só de olhar. É para lá que vamos, eu dizia, é para lá que vamos na lua-de-mel. E como nadaremos. E como seremos felizes.

Vladimir:
Você devia ter sido poeta.

Estragon:
E fui. (indicando os farrapos com um gesto) Não está na cara?

Silêncio

terça-feira, 4 de março de 2008

Fotografia e tempo, mesa redonda


hoje,
terça feira
04 de março
às 19:30hs, no Paralelo (ao lado do Núcleo)

mesa redonda sobre o tempo na fotografia.

participação de Milla Jung, João Castelo Branco e Zaclis Veiga.

Entrada franca

Rua Conselheiro Araújo, 315 - Curitiba - PR (55 41) 3076-2604 ou (55 41)
9651-2633

sábado, 1 de março de 2008

Estreita Galeria Convite Exposição 3



A Estreita galeria de fotografia e o Paralelo centro de artes visuais tem o prazer de convidá-los para a abertura oficial da exposição 3, por Bruno Machado, Rimon Guimarães e Nicole Lima.

A galeria, que fica no corredor de acesso ao paralelo, terá suas paredes recobertas pelo trabalho dos três artistas, do chão ao teto, proporcionando um espaço onde os visitantes se sentirão submersos ao transitar pela obra. O corredor deixará de ser o suporte e passará a ser a obra em si. Até que um dia, as paredes voltarão a ser brancas.

No fim, o que permanece?

Quando?

abertura oficial: 29.02.08, a partir das 19hs (a galeria posteriormente estará aberta a visitação até 30 de abril, de segunda a sexta, das 14hs às 19hs)

Onde?
na Estreita Galeria de Fotografia
Rua Conselheiro Araújo, 315
(corredor do nucleo de estudos da fotografia e do paralelo: centro de artes visuais)

Corpomeiolíngua Programação Mostra Conexões

2. 01/03, sábado, 16h, Solar do Barão (Sala Scab)
Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533

Mediação: Ricardo
Artistas e obras:

Milla Jung e Felipe Prando:

Sophie Calle, vídeo, 4 minutos
Luana Navarro "deslocamento", audio-visual, 2 minutos
Pavel Pecha, projeção de fotografias, 10 imagens
Vasil Stanko, projeção de fotografias, 10 imagens
Robert Frank, projeção de fotografias, 05 imagens

Cláudia Washigton:
Via Crucis. Carrion, Bruscky, Duch. Câmera: Lima. Recife. 7´41´´
Sophie Calle, vídeo, 4 minutos
vídeo/percurso (em processo)

Neto:
Amarelo, de Elisabete Finger
Sensações Contrárias, de Jorge Alencar
Jornada ao umbigo do mundo, de Alex Cassal

Tempo total das exibições: 75’

01/03, sábado, 16h, Solar do Barão (Sala Scab)
Rua Presidende Carlos Cavalcanti, 533

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Dramin


Volta a Florianópolis, ir e vir toda semana, problema na ponte de Itajaí, algumas horinhas parados no ônibus com os filmes gênero Viação Catarinense e todas as leituras para a semana. O ar-condiocionado quebra e começa a pingar na minha cabeça, a luz de leitura não funciona, ode ao dramin!

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Avaliação NEF


Tenho que confessar que essa é a melhor hora de fazer o Núcleo de Estudos da Fotografia se movimentar: na avaliação do documental quando vejo que o pessoal sai de uma vaga idéia de projeto e alcança um corpo de trabalho passível inclusive de ser criticado. Aliás. fico me perguntando porque a crítica no Brasil é tão mal vista. Algumas pessoas mostram o material para crítica e se a recebem, ficam de mal e começam a jogar pedras. Não é o caso desse pessoalzinho tão legal do NEF, Michelle, Dejalma, Mariana, Joka, Melissa, Luana, Charlene, Kenji e Arthur. Foi uma turma muito bacana e estou contente com o resulatdo. Espero que vocês ainda sejam muito criticados porque isto será o sinal que estarão trabalhando e ousando novas abordagens. Tomara também que encontrem avaliadores tão lúcidos e delicados como a Anuschka R. Lemos (Anuschka, obrigada!) e pessoas a fim de ajudar a amadurecer os projetos como o Felipe Prando (Felipe, obrigada!).

E depois da avaliação, muita conversa regada a cerveja, novos amigos e diversão.